Recomeçando

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Nosso blog manteve intensa atividade durante este período trágico da humanidade. Contudo, pautamos nossa conduta no sentido de fornecer informações úteis e evitamos adotar a crítica estéril e improdutiva, nesse momento de dor, contra as autoridades e mesmo o meio empresarial, com suas contradições. O momento exige conjugações de esforços. A grande certeza é que estamos todos incertos e instados numa guerra fratricida ideológica.

O momento exige prudência, cautela, serenidade e – sobretudo – observação analítica e comparativa dos fatos, envolvendo o coronavírus, em outros países. Até agora, afora ensaios não confirmados, não se observa uma perspectiva de cura e nem mesmo de uma vacina, o que pode levar até dois anos.

As divergências ideológicas, situação e oposição, devem ser deixadas de lado, pois o país exige serenidade e conjugação de esforços de todos nós, independente de nossas crenças, convicções e partidarismos.

Nosso blog continuará sua linha de informar e somar esforços, especialmente nesse momento de dor, apreensão, temeridade e de necessidade de proteção mútua entre filhos e irmãos de uma mesma comunidade e sociedade.

O ideal é que ninguém arrogasse-se dono da verdade. A situação é delicadíssima e o momento exige bom-senso e prudência.

O controle no avanço da doença, neste momento, é fatal para nós, pois seremos – em breve – a região mais vulnerável do país, devido à proximidade do inverno, que gera um clima propício à propagação do vírus. Somado a isso, outra preocupação subjacente, é a ameaça de falta de água, em praticamente toda nossa região. A estiagem castiga as colheitas e preludia um péssimo sinal, afinal o que será de nós, se não tivermos água, que é fundamental no combate ao vírus, ao ensejo das políticas e medidas de profilaxia. O que será do sabão se não tivermos água? O que serão dos nossos corpos sem dois litros de água potável/dia?

Eventuais divergências nossas serão pontuais, mas sempre no sentido de edificar e nunca de oposicionismo estéril.

A Humanidade precisa de carros-chefes fortes e compromissados com o combate desse estranho vírus, que, em plena era dos avanços científicos e tecnológicos, pegou a todos desprevenidos, tal como a gripe “espanhola”, em 1918, resguardadas as particularidades, peculiaridades temporais, sanitárias e médico-tecnológicas.

O que era impensável três meses atrás, hoje virou uma assombrosa realidade. Triste e patética realidade.

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