Médicos locais recebem título de residência no Hospital Regional de Santiago. Solenidade foi na noite dessa sexta-feira

Muito prestigiada a cerimônia de recebimento de título dos médicos residentes do nosso Hospital Regional de Santiago.

Receberam o título os médicos: Flávia His, Rafael Oliveira e Ricardo Alcântara.

Esta é a terceira turma formada pelo HRS.

Na concorrida cerimônia, esteve o Presidente do Hospital Regional de Santiago, Sr. Irmo Sagrillo e esposa, Dra, Iara, o Provedor Dr. Ruderson Mesquita, Diretora Médica do HRS Dra. Sônia Nicola, Sr. Antônio Bonotto, Sr. Belochio, o executivo municipal Dr. Éldrio Machado, o vereador Joel, representando a mesa do poder legislativo, a primeira-dama de Santiago Dra. Cíntia Lacerda. O excelente cerimonial esteve a cargo do Jornalista e Escritor Doutor João Lemes, que, aliás, deu um show de talento a competência.

Diversos médicos, dentre eles, Dr. Ourique, Dr. Paulo Peixoto, Dr. Eron e Dr. Leonardo Teixeira, nosso querido amigo Edilceu Mello.

Da imprensa, nosso blog, o Jornal Expresso Ilustrado e a Rádio Santiago. Em tempo: após longos meses fui convidado para fazer minha manifestação nos microfones da Rádio Santiago, a quem eu agradeço a fidalguia na pessoa do Jornalista Jonis Diniz.

Após o evento, houve um coquetel de luxo, como sempre, marca presente do nosso amigo Ruderson Mesquita.

Médicos e médica residentes recebendo suas certificações.
Mesa diretora dos trabalhos.

 

Sucesso do cerimonialista Dr. João Lemes

 

Provedor Dr. Ruderson Mesquita discursa do evento e realça o sonho de formamos médicos residentes aqui em Santiago.

 

Nina e o excelente coquetel.

 

Presidente do Hospital Regional de Santiago Sr. Irmo Sagrillo, sua esposa Dra. Iara e Nina, usufruindo o carinho dos amigos e voltando ao Hospital onde nasceu.

 

Dr. Ruderson Mesquita concede entrevista a Rádio Santiago.

 

Nina recebe o abraço de sua madrinha Dra. Sônia Nicola, Diretora Técnica do HRS e que fez o parto de Nina.

 

As poltronas da recepção dão bem o tom do luxo e suntuosidade do Hospital Regional de Santiago.
Comentar no Facebook

PMDB

Historicamente, foi ligado ao PMDB e – hoje – nutro saudáveis relações com seus líderes. Tenho no Diniz Cogo, um irmão, um amigo sincero e leal. Lamento que algumas pessoas fizeram com o nome de Diniz, caluniando-o e tentando enlamear seu nome. Mas Diniz, a quem convidei para batizar minha filha, é uma rara pessoa boa, um ser humano que tira a roupa do corpo para ajudar ao semelhante. Diniz é uma referência para minha vida, meu amigo de horas difíceis e com quem nunca tive um ruído nas relações inter-pessoais.

O Valério Martins da Rosa, homem honrado e da velha cepa, homem educado e respeitoso, um homem esforçado, bravo e gente muito boa.

Na pessoa destes dois bravos amigos e seus familiares estendo meu abraço cordial ao PMDB e a família peemedebista, bem como meu reconhecimento às suas lutas e a bravura com que sempre demonstraram na vida em sociedade.

Comentar no Facebook

Estou fora de Santiago

Recado aos meus amigos, amigas e clientes.

Estou em São Borja, onde apanho minha filha e só retorno a Santiago por volta das 19 horas.

Comentar no Facebook

Novas Médicas e Médicos. Hospital Regional de Santiago

Nessa sexta-feira, as 20 horas, no Hospital Regional de Santiago, teremos o evento de entrega do certificado de  residentes as médicas que fizeram residência em nosso Hospital e, aliás, muito honraram nossa cidade.

A cerimônia – no salão de atos do Centro Oncológico – será prestigiada pela imprensa e autoridades.

Eu devo comparecer no ato, uma vez fui distinguido com um convite pela alta direção do Hospital. Só, ao contrário das outras vezes, vou comparecer acompanhado de uma bela … criança. Minha filha, Nina, estará em Santiago e vai comigo ao evento.

 

=====

 

Abraços a minha médica Márcia Tabacow, conceituada profissional do Hospital Albert Eisntein, São Paulo, uma das mais eminentes médicas de São Paulo, brasileira, mas de pai judeu. Grande amiga.

Comentar no Facebook

O ensino superior no Brasil e o futuro

O ensino superior no Brasil desenvolveu-se, desde suas raízes históricas, sob o signo de instituição problema. Além de não desempenhar as suas funções sociais que justificassem sua razão de ser, alcançou sempre rendimentos baixíssimos, a partir de um péssimo aproveitamento dos fatores humanos educacionais. A má escola perpetua-se pelo mau ensino.

A escola superior, criada à luz de uma sociedade oligárquica, de estruturas rígidas, desempenhou em seu limiar funções societárias bem definidas, a transmissão dogmática dos conteúdos importados e a formação dos filhos das elites dominantes de então, ambas necessárias à manutenção do “status quo” dessas elites.

Sufocada pelo caráter elitista e pelo compromisso classista com as forças conservadoras, a escola superior não engendrou o que seria um processo dinâmico de desenvolvimento a partir da valorização do pensamento crítico, no incentivo à pesquisa e da criação científica e tecnológica. Consequentemente, não reproduziu os valores humanos e intelectuais necessários ao pleno amadurecimento como instituição, seu desenvolvimento foi atrofiado desde as origens.

A revolução de 30, aparentemente, destruiria o caráter árquico da sociedade imperial, abrindo novos horizontes dentro de uma sociedade télica de sociedade emergente: a republicana. Uma sociedade voltada para para o desenvolvimento , onde a nova função social possibilitaria como instituição, das características atrofiantes de suas raízes.

Mas, dentro do extenso quadro social, as forças conservadoras galgaram novas posições, articularam a reorganização da sociedade nacional, segundo seus interesses, limitando a pequenos passos de uma elite o que deveria ser o início da caminhada de inteira de um povo.

Dentro da instituição do ensino superior, a vitória das forças conservadoras deu-se sobre o prisma de universidade conglomerada . A simples conglomeração de cursos superiores em universidades, sem um interrelacionamento dinâmico entre os cursos e um redirecionamento funcional, fez com que se mantivesse o caráter anacrônico do padrão de escola superior original, além de permitir um controle mais eficaz, a partir da centralização nas reitorias e nos conselhos universitários. Mais uma vez, o ensino superior não obteve fôlego para acompanhar os progressos sociais limitados de uma sociedade contraditória: télica, voltada para o futuro, o progresso , pela sua nova nova estruturação republicana é árquica – voltada para o passado, para suas raízes, pelas suas condições econômicas.

Apesar das aparências modernizantes da universidade conglomerada, a simples aglomeração de escolas superiores não vingou uma universidade multifuncional. Isto é, a multiplicidade de interrelações entre as diversas escolas da universidade de forma funcional , dinâmica e participante do processo social em curso. A universidade conglomerada não atingiu, portanto, os anseios da vanguarda intelectual tanto do corpo docente como discente. Assim, como uma nação inteira buscava sua emergência dentro do processo histórico.

É nesse quadro estéril qualitativamente que se desencadeou a reprodução quantitativa dos estabelecimentos de ensino superior.

Nos meados da década de 60, as pressões da vanguarda universitária, aliada a evolução política da época, possibilitaram experiências novas, de uma universidade que exercesse realmente suas funções sociais a partir de uma visão progressista de esquerda, como foi o caso da UnB.

O resultado dessa experiência foi a formação de um padrão médio intelectual bem acima do padrão médio, além do desenvolvimento do pensamento crítico.Esse processo, é claro, não se deu apenas no âmbito do ensino superior, mas sim no amplo contexto social, provocando imediata reação das forças dominantes.

Paradoxalmente, foi esta reação às forças de vanguarda que possibilitou a unificação e o direcionamento de seus movimentos políticos. Detectado o erro, a reação partiu para uma nova tática. Impossibilitada de reprimir pela força e repressão, fragmentou campus, afastou-os dos centros urbanos e isolou-o do conjunto social mais expressivo.

Com a redemocratização, nos governos Collor e FFHH, houve um visível sucateamento, corte de verbas, a pesquisa e o ensino viverem momentos dramáticos.

Contudo, nos governos Lula e Dilma houve novas diretrizes. Abertura de novas universidades, fomentação de centros tecnológicos, IFETs, redefinição de verbas públicas para a pesquisa, valorização do ensino, rede de estrutura predial, corpo funcional valorizado, em suma, foi o melhor período do ensino superior no Brasil, inclusive com linhas de financiamentos paternalistas que propiciaram aos filhos das camadas sociais mais humildes de sociedade atingirem o ensino superior e até freqüentarem mestrados e doutorados.

Quando eu escrevi que com Temer e Bolsonaro tudo isto iria entrar em refluxo, os imbecis alunos do IFF e seus familiares me atacarem de todas as formas possíveis. Tenho uma a uma das mensagens agressivas. Estava na cara que não entendiam nada de política e sequer sabiam ler uma conjuntura. Gente burra, pois eu apenas analisava os desdobramentos do que seria o futuro dos IFFs e universidades federais nas mãos dessa gente. Apenas isso.

O ministro boliviano da educação brasileira já declarou, dentre outros absurdos, que a universidade precisa ser para uma elite. Filhos de pobres que se preparem para virarem empregados, mão-de-obra barata e desqualificada.

Esta é a nova realidade do ensino superior brasileiro.

Comentar no Facebook

Gauchada reunida no Gabinete do Deputado Marcelo Brum

Mais um dia de muito trabalho no gabinete do Deputado Marcelo Brum, manhã cheia. É momento de receber e conversar com prefeitos e vereadores de suas comunidades; são pessoas de comunidades muito especiais do Rio Grande do Sul, em especial, de Não-Me-Toque e Palmeiras das Missões.

Honesto, talentoso e competente, avessos a brigas e disputas, Marcelo Brum firma-se como grande liderança, sério, reconhecido, talentoso e agregador. Não sem razão, são caravanas diárias em seu gabinete vindas dos mais longínquos rincões do Estado.

Comentar no Facebook

A proposta de mudança previdenciária de Bolsonaro

A PROPOSTA do governo, apresentada hoje no Congresso Nacional, é que as alíquotas da contribuição da previdência devam ter acréscimos conforme os salários. Assim, quem ganha até um salário mínimo nacional a alíquota deverá ser de 7,5%.

Segundo a proposta, quem ganha de R$ 998,01 até 2.000,00, a alíquota sofrerá variações de 7,5% a 8,25%

De R$ 2.000,01 a R$ 3.000,00, a alíquota será de 8,25% a 9,5%.

De R$ 3.000,01 a R$ 5.839,45 será entre 9,5% a 11,68%.

De R$ 5.839,46 até R$ 10.000,00, a alíquota será 11,68% até 12,86%.

De R$ 10.000,01 a R$ 20.000, a alíquota sobe de 12,86% a 14,68%.

De R$ 20.000,01 a R$ 39.000,00, as alíquotas de 14,68% a 16,79%.

E acima de R$ 39.000, a alíquota será 16,79% chegando a 22%.

No tocante aos servidores públicos, surgem novas regras: o tempo de contribuição deverá ser de 35 anos para homens e 30 para mulheres, sendo necessário ter 20 anos de tempo de serviço público e cinco anos de cargo.

Tudo depende a aprovação de uma PEC, no congresso nacional. Leia como se aprova uma PEC no Congresso Nacional e entenda as regras.

Comentar no Facebook

A reforma da previdência do mito

Hoje pela manhã o presidente Bolsonaro entregou a draconiana reforma da presidência na câmara federal.

É claro, da pena dessa multidão de alienados que votaram nele e nem sonhavam com o que vinha pela frente. Mas vou fazer uma síntese, de algumas das principais propostas, para os leitores do meu blog. Repito, não são todas, é uma síntese das principais.

1 – Está decretado o fim da aposentadoria integral. É implantado o sistema de capitalização e não mais o de fundo solidário. Será criada uma conta individual administrada por empresa e/ou banco privado. Idêntico ao sistema chileno, que tem levado a um número fabuloso de suicídio de idosos.

2 – A idade mínima é de 62 anos para mulheres e 65 para homens, com 40 anos de contribuição.

3 – Professores da rede privada, URI, por exemplo, a idade mínima para aposentadoria passa para os 60 anos.

4 – Fica criado um pedágio para quem faltar dois para aposentadoria (isto é, para quem chegar vivo até lá).

5 – Os benefícios da assistência social, que no péssimo governo do PT, era, no mínimo, de um salário mínimo, agora com o mito ficará reduzido a 500 reais.

Agora, o projeto será votado pela câmara dos deputados e depois vai ao senado.  Depois comentarei sobre os regimes especiais e militares.

Oremos.

Comentar no Facebook

“ ou muito me engano ou o gênero humano será subjugado a cada século por um punhado de enganadores”.

Maurice Barrés, o ultraconservador do século XX, considerava Diderot e Rousseau “as duas grandes forças da desordem”, segundo ele, “responsáveis por muitos males”.

Denis Diderot logo compreendeu a determinação das estruturas sobre a ação do indivíduo e escreveu: “ sou como sou, porque foi preciso que me tornasse assim. Se mudarem o todo, também serei mudado, o todo está sempre mudando”.

Em sua espetacular obra, “N o sonho de D´ALEMBERT, colocava palavras na boca de um amigo que, sonhando pronunciava: “ todos os seres circundam uns aos outros. Tudo é fluxo perpétuo. O que é um ser? A soma de um certo número de tendências. E a vida? A vida é uma sucessão de ações e reações. Nascer e viver e morrer é  mudar de forma”.

Já na obra “NO SUPLEMENTO DE À VIAGEM DE BOUGAINVILLE”, o sábio Diderot aconselhava a desconfiar de todas as instituições, civis, políticas, religiosas e foi mais longe “ ou muito me engano ou o gênero humano será subjugado a cada século por um punhado de enganadores”.

Entretanto, a obra prima de Diderot é mesmo o “O SOBRINHO DE RAMEAU”, sendo que nessa magnífica obra o filósofo relata a conversa com um jovem vigarista; porém, de uma forma genial, coloca na boca do vigarista uma audaz defesa da vigarice, cujo escopo era atingir a moral vigente.

Séculos se passaram e as previsões desses filósofos são tão atuais como a telemática nos dias de hoje.

Em Eneida, de Vergílio, canto 2, verso 65, aparece a frase: “ab uno disc omnes”, que quer dizer: “por um se conhece a todos”.

O momento político é de descrédito total na política e nas instituições.  Os últimos enganados por Bolsonaro choram pelos cantos. Rousseau, citado por Barrés, também como força da desordem, também não tinha confiança na razão humana. O problema que Rousseau se defrontava era assegurar as bases de um CONTRATO SOCIAL que permitisse aos homens terem na vida social a liberdade capaz de compensarem o sacrifício da liberdade com que nasceram.

Observando a sociedade e suas estruturas e superestruturas, é fácil identificar a ação das estruturas sobre os homens, principalmente a infra-estrutura econômica e a superestrutura jurídica.

Rousseau pregou mudanças profundas e  elas deveriam ser feitas por homens organizados e sérios. E mais: previu que elas não seriam pacíficas.

Séculos se passaram e o país está envolto de uma grande safadeza.  É uma em cima da outra, cada qual maior a outra.

Torço para que tudo de certo. Tenho uma filha, tenho esperança. E que essa luta desses seja um sentido em nossa vida, como foi no coração, na mente e na alma de Diderot e Rousseau.  Embora saibamos que tudo é ilusão.

Não se iludam.
Comentar no Facebook