Faleceu Temereci, irmão de Luiz Coronel, que é casado com minha prima Jandira Lima

Faleceu esta manhã, em Santa Maria, o senhor Temereci, que é irmão do dr. Luiz Coronel, que é meu primo, por ser casado com Jandira Lima, filha de Garibaldi Lima, irmão de minha mãe Jandira de Lima.

Meu tio Garibaldi Lima foi pioneiro da colonização judaica de Santa Maria, pois morou mais de 60 anos na fazenda Philippson e toda nossa extensa família ainda mora na região.

Jandira Lima, minha mãe

Pouca gente conhece este lado de minha família. Mas o Presidente Getúlio Vargas casou-se em 4 de março de 1911 com a senhora Darcy Lima, cuja mãe, era tia- avó de minha mãe. Só que o pai dela era Sarmanho e com o casamento com Getúlio acabaram perdendo o sobrenome Lima.

As duas filhas mulheres de Getúlio com Darcy foram Jandira Lima Sarmanho Vargas e Alzira Lima Sarmanho Vargas, daí a origem do nome de minha mãe Jandira e de minha irmã Alzira.

Nina, minha filha, é legalmente tataraneta de Jandira Lima Sarmanho e neta de Jandira de Lima Prates. Também, Nina é prima segunda de Jandira Lima e prima emprestada de Luiz Coronel. por outro lado, minha filha é bistataraneta de Alzira Lima Sarmanho Vargas e sobrinha de Alzira Lima Prates Damian.

Só que minha mãe Jandira Lima veio morar em Florida, em 1934, com o pai dela, cuja mãe o abandonou. Enquanto isso, meu tio Garibaldi Lima agregou-se com a família no distrito de  Philippson, onde só residiam judeus e ali teve 11 filhos.

Eu destrinchei toda esta história nos anais historiográficos da família vargas, pois a família Lima, em sua orgiem, e só uma, são  judeus expulsos da Espanha por se negaram a conversão ao catolicismo, nos idos de 1493//44.

Texto de Ricardo Agne Ritzelinha – a origem da colonização judaica no rio grande do sul fora de Porto Alegre.

Quando Alexandre III assumiu o trono do Império russo, em meados do século XIX, os judeus começaram a serem segregados das grandes cidades, proibidos de estudar, impedidos de possuir propriedades e ainda exilados e isolados em pequenas aldeias espalhadas pela Europa Oriental.

Neste contexto de perseguição, foram organizadas varias associações judaicas com finalidade de auxiliar essa comunidade perseguida. Uma delas era a Jewish Colonization Association, a ICA, fundada em 1881 e presidida pelo banqueiro, Barão Maurice Hirsch Von Gereuth.

O objetivo era proporcionar aos judeus da Europa Oriental, estudos agrícolas básicos, transporte para países sem restrições raciais e religiosas, lotes de terra para cultivos, equipamentos e animais para o inicio dos trabalhos e escolas para as crianças. Em contrapartida, o imigrante se comprometia a reembolsar as suas despesas com a instituição, entre 15 a 20 anos, garantindo assim, financiamento para novas famílias buscarem uma nova vida na América.

Depois de atuar por mais de 10 anos enviando judeus para os Estados Unidos, Canadá e Argentina, a ICA decidiu investir em um assentamento agrícola no Brasil. Em 1900, um comissão de estudos esteve no Rio Grande do Sul examinando as possibilidades para assentamento em solo brasileiro. Nesta mesma época, o governo do Estado, presidido por Borges de Medeiros, começou a promover incentivos e renúncias fiscais para recolonização e retomada da produção agro-pastoril dos campos gaúchos, ainda ressentidos pela violenta revolução federalista de 1893-1897.

Após dois anos de procura e estudos, a comissão responsável pelo assentamento optou pela aquisição de terras no em Itaara, na época 6º Distrito do Município de Santa Maria. Tudo indica que o principal motivo era a proximidade da linha ferroviária para facilitar o escoamento e venda da produção.

Em 1903, foi efetivada a compra da antiga Fazenda do Pinhal, uma área de 51 quadras de sesmarias, que foi propriedade do coronel João Batista de Oliveira Mello. Na ocasião foi homenageado Franz Philippson presidente da Compaigne Auxiliare de Chemins du Ferré du Brésil, companhia que explorava as ferrovias no Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina. Philippson também era acionista da ICA. Começava então, o sonho agricola judeu no Brasil: a Colônia Philippson.

Alguns meses depois, 148 pessoas chegaram no Gare da Viação Férrea de Santa Maria, dormiram em hotéis do começo da Avenida Rio Branco e, na manhã seguinte, foram levados de trem até a Estação Pinhal, em Itaara. O calendário ocidental marcava o dia 18 de outubro de 1904. Para os judeus era o ano de 5665.

Quando os imigrantes chegaram a colônia, a ICA já havia construídos uma sinagoga, uma escola e destinado um lote para o cemitério. O lote número um foi oferecido a Shalon Nicolaievisky, em um gesto significativo, já que seu nome em hebraico, significa paz. Os outros 37 lotes foram sorteados.

O velho Barão Hirsch também já havia providenciado um mestre para escola de Philippson. O professor Leon Back lecionava em Paris, em 1902, quando a ICA o enviou para Portugal para aprender o idioma português e, depois, ensinar os filhos dos colonos no Brasil. O novo colégio de Itaara também recebeu as crianças oriundas da imigração alemã radicadas em Pinhal Grande e os filhos de negros das quilombolas da região. A estratégia era a inserção social através do domínio do idioma pela segunda geração de imigrantes.

Porém, logo na primeira colheita os colonos judeus perceberam que as terras de Philippson não eram apropriadas para a agriculturas e, para piorar ainda mais a sitiuação, em 1906, uma praga de gafanhotos devorou todo a pouca plantação de trigo e fumo que vingara nas terras pedregosas de Itaara.

Novamente a Compaigne Auxiliaire foi acionada e passou a comprar madeira dos recém chegados para dormentes, assim como para alimentar as locomotivas da ferrovia. A medida mostrou-se salvadora, mas sem muitas perspectivas para o desenvolvimento do assentamento agrícola judeu em Santa Maria. Os colonos começaram a deixar o local. Primeiro os mais jovens, com objetivo de ganhar a vida na cidade e depois chamar a família. Santa Maria, Cruz Alta e Porto Alegre viram nascer verdadeiras aldeias da Europa Oriental em suas ruas, principalmente no bairro Bonfim, na capital gaúcha.

Com o sonho de uma colônia evaporando pelas dificuldades da vida rural, os judeus começaram a voltar para suas antigas profissões praticadas na Europa. Entre elas, a compra e venda de mercadorias. E foram estes mascates judeus que revolucionaram o comercio na cidade, inovando com a venda de casa em casa, de loja em loja e, ainda, introduziram crédito nos negócios, prática que ainda não havia chegado ao Novo Mundo. Esta novidade acabou ajudando, e muito, na consolidação e desenvolvimento do hoje vigoroso comercio santa-mariense.

Com o fim da colônia, restaram poucas famílias judias como propriedades de terras na colônia. Hoje, da Colônia Philippson, restam apenas o nome e o cemitério desses primeiros imigrantes que é preservado pela Sociedade Beneficente Israelita de Santa Maria.

*Ricardo Ritzel também é o diretor do documentário Destino Philippson, que marcou o centenário da imigração judaica organizada para o Brasil.

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Judeus contra Bolsonaro

Nós, brasileiros abaixo-assinados, judeus e judias identificados com várias candidaturas à Presidência do Brasil, vimos a público para deixar claro nosso repúdio ao candidato Jair Bolsonaro, representante de uma visão intolerante, racista, machista, misógina e homofóbica que ameaça a ainda frágil democracia brasileira.

Ele enaltece o período da ditadura militar (1964-1984), um dos mais nefastos da história do país, e tudo de trágico que ela representou, especialmente a tortura contra seus oponentes. Entre eles, muitos judeus e judias.
Não nos deixamos seduzir pelo apelo à “segurança” feito pela campanha do candidato, que encontra terreno fértil diante de nossa sociedade civil fragilizada. Essa “segurança” mascara a violência indiscriminada, a defesa de privilégios e a exclusão de amplos setores da sociedade.

Não nos deixamos seduzir, também, pela simpatia declarada do candidato para com uma Israel estereotipada. Trata-se de mero interesse eleitoreiro.

Ao justificar a violência como método, hostilizar mulheres, negros, oposicionistas políticos e quem não concorda com “sua” noção de normalidade sexual, Bolsonaro se coloca no mesmo patamar de doutrinas que tanto sofrimento causaram ao povo judeu e a todo o mundo, se desnudando como o fascista que realmente é.

Como minoria, somos solidários a todos os grupos hostilizados por este candidato e nos unimos a eles no combate à intolerância e ao preconceito.
Conclamamos os democratas de todo o espectro político nacional a cerrarem fileiras em defesa dos direitos de todos os segmentos que compõem nossa sociedade.

Somos contra o fascismo! Todos por todas e todas por todos! Vote pela democracia,

Vote pela tolerância, #elenao

https://www.change.org/p/tribunal-superior-eleitoral-judeus-contra-bolsonaro?expired_session=true

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Entre a certeza e a incerteza do Brasil para emergirá pós eleições

O nosso país vive uma encruzilhada singular. Eu sou um assistente privilegiado. Pouco me importo se me entendem ou não. Assisti a entrevista ao Paulo Guedes na Globonews cinco vezes. Suas idéias são claras, ele é uma pessoa super-inteligente e sabe o que quer. Pelo amor de Deus, idiotas, dizer que reconheço sua inteligência não quer dizer que eu concorde com ele.

O tropicalismo ideológico faz emergir este tipo de pensamento, onde uma pessoa ultra-liberal na economia consegue avançar por entre os coturnos ultra-interventores dos militares.

Bolsonoro é um personagem tão camaleão quanto esperto. Sempre acompanhei seus discursos e sua tentativa de unir a direita. Começou com um militarismo interventor, virou liberal no meio do caminho e sempre soube jogar com a esquerda, que o criou e o engordou. Não me venham com esse papo que Bolsonaro é bronco. Ele não é bronco, é ao contrário, é astuto, camaleão e sabe cativar o público.

Não voto nele, vou votar no Ciro, que é quem tem um projeto nacional, uma proposta para a economia muito claro e é tão ou mais maluco que Bolsonaro. Ciro não é pavio curto, é louco mesmo. Bolsonaro é um desequilibrado, que finge ser normal. Mas Ciro sabe o que fazer com a economia nacional, tem um viés à Trump e seu nacionalismo não é tão ruim para o nosso tropicalismo. É uma mescla de Vargas com o tom intervencionista à Médice. Promete botar os procuradores e juízes em suas caixinhas e tem mais chances de jogar com os interesses militares que Bolsonaro.

Explico-me. Os militares brasileiros são nacionalistas, patriotas e intervencionistas. Por eles, estatizam até a coca-cola. Bolsonaro e Paulo Guedes é como tentar a colocar a cabeça de Paulo Coelho no corpo de dom Vicente Scherer.

Paulo Guedes concebe uma economia ultra-liberal. Por ele, vende até a mãe, pai e avós, desde que ingresse recursos nas burras públicas. Engesa, Embraer, Nuclebrás …tudo é vendível. Tem que meter a mão na aposentadoria do setor público, deixou claro que o problema é o regime social diferenciado, sobrou para as filhas dos militares …e – é claro – ao fazer apologia a previdência chilena, está dando o claro recado que o SUS universal vai acabar, só terá médicos quem contribuir, como era anterior a 1988 e a assistência será descolada da previdência.

CAPES e CNPQ …adios. Ciência sem fronteira, idem. Vai voltar o ensino às creches e as brizoletas e quem quiser cursar o ensino superior, que pague. Adeus UFRGS, USP e UNICAMP. É claro, que os empresários do ensino vibram com estas propostas, até a URI, quebrada, ganharia fôlego, mas sem FIES e sem essa do governo financiar o ensino superior.

Os juízes e o promotores foram burros e não sacaram quando ele disse que mexerá no duodécimo e no regime previdenciário especial…(e a paridade e equidade de aposentadoria).

Com Paulo Guedes as FFAAs vão viver um período pior que FHC. Ele não diz, mas sabe que as forças armadas brasileiras são inúteis e, diferente de Ciro, que quer desenvolver um parque tecnológico nacional e impulsionar a indústria nacional a partir do desenvolvimento científico e tecnológico locais. Paulo Guedes quer trazer tudo pronto dos EUA e – se deixarem – ele convence que é melhor uma guarda nacional da ONU no lugar do exército.

A Amazônia vai virar o paraíso dos laboratórios e as empresas petrolíferas americanas vão deitar e rolar, assim com as farmacêuticas.

Na segurança, passa logo a excludente de ilicitude, leia-se autorização para matar, vai ser um banho de sangue. Mas não será mostrado na TV.

Eu voto no Ciro, para mim, ninguém é melhor que ele, mas os imbecis vão de Haddad songamonga e não permitirão que Ciro não chegue ao segundo tuno. E Bolsonaro leva a faixa.

Aí surge o Brasil novo … quero ver estes eternos mamadores do setor primário, o BB, CEF, BNDES, Banco central … vão trabalhar vagabundos.

Financiamento para casa própria, isso era no tempo do LULA, que vai virar herói dessa classe média que aderiu Bolsonaro pelo direito de andar armada.

Como diz minha filha chupando limão, é ruim, mas é bem bom. Assim, espero, se não der Ciro, será o caos. Duvido que a tradição militar intervencionista sustente um ano de privatizações à Guedes.

Nunca nosso futuro foi tão incerto.

Certo mesmo é votar no Haddad, aí continua tudo como dantes no quartel de Abrantes. Com Haddad ou Alckmim, irmãos siameses, o Moro segue mandando prender, o Gilmar soltando, uma propina aqui, outra ali, cada um rouba de jeito, o Faustão seguirá divertindo os domingos com o Sílvio Santos e a classe pobre e média baixa assando galinha em tonéis e carvão. E os pastores evangélicos continuam gozando da imunidade tributária e empreendendo sua luta abstrata contra satanás. O kit-gay continua e as guriazinhas – em sala de aula – vão aprender a chupar uma banana e a colocar direitinho o preservativo.

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Da extinção das defensorias públicas, novas reflexões

O ministério público se esforça em eliminar os bandidos e marginais da sociedade e a defensoria pública se encarrega de devolver bandidos e marginais para a sociedade.

Essa contradição, essa terrível dicotomia precisa achar um meio termo. Mesmo mantendo este dispositivo constitucional de assegurar advogado aos carentes, os critérios todos precisam ser revistos.

Para fingir e manter os cabides de empregos,ficam as cúpulas, os quadros devem ser postos em extinção e a defesa dos realmente carentes, continuará sendo patrocinada pelo Estado; simples, a OAB formula uma lista com os advogados que querem defender carentes, o Estado, em comum acordo com a OAB formula uma tabela de custos e o Estado paga os advogados pelos serviços prestados.

E claro que esta tabela não é a tabela da OAB, mas pode ser uma tabela negociada, por exemplo, 25% dos valores da tabela da OAB e o cidadão carente ainda poderá escolher o advogado que melhor entender, sem ficar reféns os mesmos de sempre.

Eu recebi o contato de um advogado do grupo jurídico do candidato Bolsonaro, do RJ, que me disse via com ótimos olhos esta proposta.

Pelo visto, estamos avançando, embora sabendo ele que eu sou de esquerda.

Vejamos a posição do Promotor de Justiça e Coordenador do Mestrado na Universidade Federal do Maranhão, Paulo Roberto Barbosa Ramos, ao pedir em sua rede social a extinção da Defensoria Pública no Estado.

De acordo com o promotor, “o Brasil precisa ser urgentemente moralizado: outro poder judiciário e extinção de instituições que só servem para drenar o dinheiro público, como a Defensoria Pública”.

Corretíssimo o promotor.

 

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Guerra é guerra

Para adversário, pedir trégua é sinal de fraqueza. E traição para com os demais que estão na luta de peito aberto.

Guerra é guerra e a regra é que vença o mais forte e o mais articulado. Esta é a minha regra;

Estar num combate e sai pedir paz e acordos não faz meu estilo. Minha honra está acima da vida, por isso defendo a honra dos samurais. È matar ou matar; e se tiver que morrer, que se morra em pé. com a dignidade e a bravura que os homens devem ter.

Sei bem o que é cordialidade, fidalguia e afetividade. Agora, delineados os campos postos e iniciada uma batalha, não há mais espaço para diálogos e nem tréguas; esta política não me serve.

Do contrário, somos todos pusilâmines, fracos, andando como biruta de aeroporto antigo, ao sabor dos ventos. Isso não é política.

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Tribunal regional eleitoral vai julgar ação penal eleitoral que envolve o caso Ronaldo Schizzi e o Prefeito Tiago Lacerda e os diálogos de whatsapp

Ontem, recebi um telefonema da 4ª câmara criminal do TJ-RS dando-me ciência de que a Procuradoria dos Prefeitos entendeu por bem unificar num único julgamento a ação penal eleitoral nº 90.86.2017.6.21.0044, que envolve os diálogos de whatsapp do atual prefeito Tiago Gosrki com Ronaldo Schizzi. Assim, acordados Procuradoria Regional Eleitoral e Procuradoria dos Prefeitos, o julgamento será no Tribunal Regional Eleitoral, que apreciará se houve co-autoria do prefeito Tiago ou se mantém apenas a condenação de Ronald Schizzi, que era o operador do esquema.

Serei informado, pelo TRE, nas próximas horas o dia e a hora do julgamento, visto que poderei usar a palavra e fazer sustentação oral por 15 minutos.

CONSEQUÊNCIAS:

1 – Tiago Gorski pode ser absolvido e o TRE manter a sentença do juízo “a quo”. O caso se encerra assim, Ronaldo Schizzi paga a multa de 5 mil reais e ainda cumpre alguns dias de semi-aberto, pois o Tribunal teria entendido que ele agiu sozinho e que Tiago Gorski é inocente.

2 – Pode também o Tribunal entender que Schizzi agia em grupo, com formação de quadrilha, recebia ordens via whatsapp e aí o imprevisível pode acontecer, que é uma condenação contra o prefeito por um órgão colegiado, o que o tornaria inelegível pela lei da ficha limpa. Mesmo com eventual recurso ao STJ ou STF não teria efeito suspensivo, é o caso idêntico ao do Lula. Nessa hipótese, que não é descartada, teríamos novas eleições em Santiago.

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Pela extinção das defensoria públicas estaduais

Ontem à tarde, recebi em meu escritório a visita do Advogado Júlio Garcia, da chapa MUDA OAB. Abordei com ele a discussão que estou travando com o amplo grupo de advogados republicanos, sediados em Alegrete e Caxias do Sul.

Todos nós defendemos a extinção das Defensoria Públicas. É impossível os advogados aceitaram o que que esta instituição, fomentada por recursos públicos, está fazendo.

Primeiro, agem atrás dos balcões dos FORUNS, sentam e conversam com os juízes como compadres, ferem totalmente a isonomia entre as partes.

Por outro lado, a definição de “carente” ficou elástica demais, não existe critério, afora as DPs defenderam marginais e traficantes, prejudicando o excelente trabalho do Ministério Público, o Estado pode – sim – fornecer advogados para carentes.

Minha proposta é que exista uma lista por subseção da OAB de advogados que se dispõem defenderem carentes, com uma tabela oficial e o Estado remunera os advogados pelos serviços prestados.

Fica a instituição, mas seus quadros devem ser colocados em extinção ou seu funções e atribuições redefinidas.

Esta é a concorrência mais desleal que existe dentro da advogacia. Todos os recursos e aparatos do Estado são usados pelas DPs. E, ademais, os critérios atuais de seleção de “carentes” estão sem controle, existe fomentação de guerra entre casais, as defensorias semeiam ódio, geram intrigas e atuam muito mais como promotoras do que defensoras, pois para defender, acusam.

No papel, é muito bonita a concepção jurígena de criação das DPs. Na prática, é um inferno.

Conclamos a todos os advogados que concordam com esta proposta, que entrem em contato comigo, pois já somos um grupo independe com mais de cem advogados. Só que vamos para a eleição unidos e fecharemos com a chapa que acolher nossas propostas.

Por outro lado, eu acuso que dentro do EPEJUR da URI, existe uma lista de advogados, para onde são encaminhados os casos. A direção da URI deveria intervir imediatamente e terminar esta captação de clientes usando o escritório de práticas jurídicas da URI.
Contatos pelo whats 55 999 010414.

JÚLIO PRATES

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