Poderio militar russo

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Motos com descargas abertas infernizam a vida das pessoas em Santiago

Foto meramente ilustrativa.

EXISTEM duas motos potentíssimas que só rodam em Santiago com as descargas vivamente abertas. Fazem da vida de crianças e idosos um inferno.

A guarda municipal, pelo que se sabe, só atua em horário de expediente, o que é lastimável. Resta a Brigada Militar, briosa Brigada Militar.

Sábado eu conversava com o Dr. Aléssio Viero e sua esposa, Professora Ana, quando tivemos a conversa cortada por uma dessas motos. O Dr. Aléssio tem 92 anos.

Sinceramente, eu assisti uma atuação da BM em Gramado, no ano passado, para botar respeito e silêncio em defesa dos moradores ante a ação abusiva de motos similares e motoqueiros irresponsáveis. Lá a BM prontamente agiu.

Se não for botado um freio nesse festival de descargas abertas, que é pessoal que não têm consciência dos limites da área urbana, a situação é aumentar ainda mais os casos. Hoje, pelo que se sabe, são duas dessas. Ora, o próprio fato de andarem sem descargas, já ensejaria uma autuação.

Talvez as autoridades ainda não tenham contato com os eventos. Mas eu duvido quem não tenha se defrontado com o exagero dessas motos.

Fica o registro, em nome de uma sociedade sem poluição de descargas abertas, impedindo pessoas idosas e crianças, no perímetro urbano da cidade, de terem uma vida saudável e digna.

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Marinha Alemã: comandante da Marinha alemã renuncia após dizer o que pensa de Putin e da Ucrânia

O comandante da Marinha alemã, Kay-Achim Schönbach, renunciou ao cargo na noite deste sábado (22/01), após se envolver em um incidente diplomático por declarar que o presidente russo, Vladimir Putin, “provavelmente merece respeito” e que a Crimeia era um caso perdido para a Ucrânia.

“Pedi à ministra da Defesa, Christine Lambrecht, para me dispensar de minhas funções imediatamente”, disse o vice-almirante, em comunicado citado pela agência de notícias reuters. “A ministra aceitou meu pedido”.

A fala polêmica de Schönbach foi feita durante uma palestra na Índia, em um momento em que o mundo acompanha a escalada nas tensões na fronteira entre a Ucrânia e a Rússia e em meio a críticas de Kiev por Berlim não querer fornecer armas. “O que ele [Putin] realmente quer é respeito”, disse o vice-almirante na sexta-feira, falando em inglês em um vídeo postado no YouTube.

“E, meu Deus, dar respeito a alguém custa pouco ou nada. É fácil dar a ele o respeito que ele realmente quer e provavelmente merece”, disse Schönbach, referindo-se à Rússia como um país antigo e importante. Schönbach afirmou que as ações da Rússia na Ucrânia precisam ser debatidas, mas acrescentou que “a Península da Crimeia se foi, nunca mais voltará. Isso é um fato”.

As observações contradiziam diretamente a opinião oficial da União Europeia e dos Estados Unidos. Washington e seus aliados dizem que a anexação da península da Ucrânia por Moscou em 2014 foi inaceitável e deve ser revertida.

Ainda neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia convocou a embaixadora alemã Anka Feldhusen para enfatizar “a inaceitabilidade categórica” ​​dos comentários de Schönbach. Schönbach deverá ser substituído pelo contra-almirante Jan Christian Kaack. Schönbach pede desculpas As declarações do chefe da Marinha alemã ocorrem no momento em que a Rússia reúne dezenas de milhares de soldados nas fronteiras da Ucrânia e em meio ao temor mundial de que uma invasão esteja em andamento. A Rússia nega.

Após o incidente diplomático, Schönbach publicou um pedido de desculpas na conta oficial da Marinha alemã no Twitter. “Foi claramente um erro”, escreveu. “Meus comentários sobre a política de defesa durante uma sessão de discussão em um think tank na Índia refletiram minha opinião pessoal naquele momento. Eles não refletem de forma alguma a posição oficial do Ministério da Defesa”, disse.

Após a renúncia de Schönbach, o nome e a foto dele foram removidas da conta na rede social. Na descrição do perfil passou a constar: “atualmente vago”. O governo alemão logo tentou se distanciar dos comentários de Schönbach. “O conteúdo e a escolha das palavras das declarações não correspondem de forma alguma à posição do Ministério Federal da Defesa”, disse um porta-voz da pasta à emissora pública de televisão ZDF.

A coalizão governante da Alemanha discutirá as declarações do chefe da Marinha na segunda-feira, informou a ZDF. Ucrânia pede que Alemanha se posicione. O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia pediu à Alemanha que rejeite os comentários de Schönbach sobre a Crimeia, justificando que eles prejudicam os esforços para combater a agressão russa. Paralelamente, Kiev também destacou neste sábado sua “profunda decepção” com a posição do governo alemão “sobre o fracasso em fornecer armas de defesa à Ucrânia”.

“A Ucrânia é grata à Alemanha pelo apoio que já forneceu desde 2014, bem como pelos esforços diplomáticos para resolver o conflito armado russo-ucraniano”, disse o ministro Dmytro Kuleba no Twitter. No entanto, ele acrescentou que “os parceiros alemães devem parar de minar a unidade com tais palavras e ações e de encorajar Vladimir Putin a lançar um novo ataque à Ucrânia”, acrescentou Kuleba.

Na sexta-feira, a Alemanha chegou a impedir que a Estônia enviasse suas armas fabricadas na Alemanha para a Ucrânia. Berlim há muito argumenta que não apoia o envio de armas para zonas de conflito ativas e enfatizou que isso dificultaria uma solução pacífica para a crise. FONTE :(AFP, reuters, ots)

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