Testemunhas de Jeová

 

Sábado à noite. Nina em Santiago, cheia de programas e amiguinhas para brincar.

As 19 horas, uma pausa, fomos até a reunião no salão do Reino dos Testemunhas de Jeová. O templo é bem pertinho de nossa casa. A Nina gosta muito e eu entendo a importância de espiritualidade, da congregação de irmãos, das orações…

Eu gosto muito da congregação, da fraternidade das pessoas e é uma doutrina muito interessante.

Os Testemunhas de Jeová fazem um trabalho muito puro, valorizam as crianças e os idosos, não fazem coletas de dízimos e nem levantam dinheiro nas reuniões. Ademais, opõem-se ao militarismo, ao armamentismo e adotam uma posição de neutralidade política, o que eu acho brilhante, não se corromperam e tratam a todos de forma igualitária. È muito saudável  um ambiente de neutralidade política. Eu sempre defendi isso.

Pregam o amor, o reconhecimento ao semelhante, a humildade e é um ambiente sempre muito agradável. Eu sempre deixei a Nina escolher e nunca vou me meter em suas escolhas, mas ela curte intensamente o templo, fez amizades, praticamente todos conhecem-na.

Nesse sábado o templo estava lotado, lotadíssimo.

No TJ não existe a figura do Pastor. São 9 membros, chamados de anciões, que dirigem os trabalhos. Tudo muito democrático. Um dia um ancião está pregando no púlpito, outro dia está de porteiro, recebendo as pessoas. È uma prática bem diferente. Também, não recebem pelo trabalho realizado. Todos vivem do seu próprio trabalho.

No campo teológico, isso os distinguem muito, é a questão da trindade. Os Jeovás separam. Jesus é o filho de Deus, mas não é Deus, o que sempre vi como a interpretação teológica mais correta.

Presente em todos os países do mundo, têm 120 mil salões espalhados pelo planeta.

Os homens usam ternos, vestem-se bem formalmente. As mulheres, embora nem tão formais, mas são vestes bem recatadas. Vestidos elegantes, bem como tem que ser mesmo.

Sou pai de uma filha mulher e procuro ensinar minha filha com noções básicas de vestimentas. Pudor e recato são necessários, assim como educação, oração e confiança em Deus.

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Um AVC e uma vida em risco

O drama que atinge o nosso amigo Flávio Medeiros é imenso. Sofreu um AVC, foi levado para Cruz Alta. Os médicos optaram por não operá-lo. O drama dos seus filhos, Otávio e Larissa, e ex-esposa, é imenso.

No meio, surge a história do ex-vereador Amaral. Um raro exemplo de dignidade e bravura. Levou Flávio para sua própria casa e o está cuidando.

Flavio vivia um drama com um casal de filhos, que não o viam há 30 anos; foram separados pela mãe, que os afastava do pai.

Agora, o meio da doença, os filhos do primeiro casamento, o moço com 35 anos e a moça com 32, decidiram rever o pai, passados 30 anos. Estão todos dando suporte afetivo e emocional. Um exemplo raro, lindo e espetacular.

Flávio sempre foi um defensor do PP. Era muito amigo do Peru e do Davi. Fazia campanha ativa para o Ruivo quando a doença lho acometeu. Também, era um intransigente defensor do Pastor Cláudio Cardoso.

Conversei com a dona Maristela e com sua filha, hoje pela manhã. O quadro é dramático, ele tanto pode escapar, como ter novos AVCs na região do cerebelo. Qualquer coisa pode acontecer.

Um drama. Oremos todos pelo irmão Flávio.

Louvemos a solidariedade dos solidários, humanos e fraternos.

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O maior amor do mundo

 

Sempre entendi que o segredo para criar um filho(a) era muito simples. Basta o amor, sem restrições e incondicional. Minha filha arde pela separação precoce, que a atingiu aos 4 anos. Hoje, com 8 anos, assisto a construção do maior amor pessoal do mundo, sem exageros.

Ao longo de semana, Nina gravou-me vários áudios, manifestando saudades, termos constantes: eu te amo papai, docilidade permanente e constante.

È claro, Nina ama a mãe dela com a mesma intensidade e nunca sempre foi uma criança extremamente doce, meiga e afetuosa.

Ontem, ao chegar em minha casa, teve uma atitude inédita. Deitou na cama, tapou-se com o acolchoado e sorria feliz, de forma incontrolada. Como se revivendo a fase bebezinha, me pede uma mamadeira com nescau.

Arrumo a mamadeira. Ela segue radiante, feliz, e pede para eu coçar sua cabecinha, enquanto mama.

È o amor repetido, as lembranças revividas, os sonhos acalentados, a fé e a perseverança.

Nina tem uma rara e total sintonia comigo. A noite, foi brincar com suas amiguinhas, as gêmeas, também de 8 anos, filha do amigo Juarez.

Perto das 23 horas, busco-a.

Nina se despede das crianças e diz que quer me abraçar, e abraça-me longa e demoradamente.

Em casa, come bolachinhas recheadas e pede mais mama. Uma nova mamadeira de nescau.

Coloca um lindo pijamão, fofa, pede o notebook e vai para os seus desenhos animados . Toma minha cama, que é larga e espaçosa e eu durmo na caminha dela. Mas – antes – o ritual de coçar a cabeça.

Por fim, exausta, abraça-se no meu braço,

Noto que dorme um sonho longo, sereno, prolongado e calmo. Imagino que ela sinta-se com Deus no coração, com amor na alma e com a transcendência transbordante do afeto.

Depois que ela dorme, me dedico às informações da situação do país. Há um cheiro de caos no ar. Leio antes o que pensa a direita e seus próceres. Raramente leio as teses da esquerda. Formo minha opinião por exclusão.

Nunca tinha vivido a experiência de ser pai e criar uma criança desde os seus primeiros dias. Nina foi minha companheirinha desde o terceiro dia de vida. Viveu o amor de um lar bem constituído e viveu a drástica experiência da separação dos pais, de um lar desfeito e de uma separação abrupta.

Mas, resistiu tudo, sem abdicar do amor dos pais. Fez voltas e precisa fazer um malabarismo infantil.

Sempre me dói quando vejo país separando-se com os filhos em tenra idade. Quem mais sofre são as crianças. È um sofrimento diferente, elas sentem, mas não sabem expressar, deve ser uma dor psicológica terrível, mas todos eles e elas se calam. Interiorizam dores, lamento e lágrimas escondidas pelos cantos. È um crime que cometemos sem a consciência do crime que praticamos. Paternidade e maternidade é renúncia, acima de tudo. Deus deu-nos a obrigação e o dever de zelarmos por estas vidinhas, que serão nossos reflexos.

Apesar de tudo, louvo sempre e agradeço a Deus pela amor de minha filhinha, pelo seu caráter firme de nunca se deixar levar por influências outras, mas, sobretudo, noto que o amor do coração de Nina é gigantesco, ela é uma fortaleza de bondade, um coração puro, uma alma comprometido com Deus.

Quando vou dormir, todas as noites, oro por ela e peço-lhe proteção divina.

Quando dorme, sussurro em seu ouvidinho, pelo paz, que durma tranquila que o papai a cuida toda a noite, como eu fazia com ela quando bebê. Ela resmunga, sente minha voz e dorme o melhor sono do mundo, com paz de Deus, com a espiritualidade do divino espírito santo e com a simbologia que decorre da paternidade.

Como é gratificante o amor de uma criança e a consciência do amor eterno e incondicional.

Que Deus seja Eterno, como eterno será o bem e o amor enquanto valores por um mundo de paz e a harmonia que começa na relação dos pais com os seus filhos.

A chave de tudo, pela paz entre os homens e mulheres no planeta terra, é o amor, o amor, o amor, e o amor.

(escrito direto e sem revisão)

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Site de direita alerta sobre o ufanismo de bolsonaristas e lembram 1985

A síndrome de FHC

Brasil 19.10.18 19:20

Na Crusoé, como publicamos, Igor Gadelha relata que Onyx Lorenzoni já age como ministro.

Bolsonaro tem que tomar cuidado com a síndrome de FHC em 1985.

Fonte: Site O Antagonista

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Esse alerta é indicativo de reviravolta possível na corrida presidencial. Recado mais claro, impossível. Será que foi o efeito da pesquisa Vox Populi ?

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Eduardo Leite

No início eu não entendia a ascensão de Eduardo Leite.

È assombroso, os petistas – eu conheço muitos – estão indo direto com Eduardo Leite, assim como a base popular do PDT.

Quase 40% do eleitorado gaúcho, esquerda e centro-esquerda, que Sartori desprezou num monumental erro de avaliação, migraram para Eduardo Leite dado a aliança SARTONARO.

O raciocínio do PMDB foi um tanto maniqueísta e mecanicista. Eles raciocinaram assim: Sartori com Bolsonaro, fatalmente o PSL impulsionará Sartori.

Só que desprezam o eleitoral de esquerda do PT e do PDT, que aderiram em massa a Eduardo Leite.

Nessas alturas, só Eduardo Leite poderá derrubar Eduardo Leite. Quanto mais ele se afastar da corrida presidencial, mais forte ficará.


Eduardo Leite, vencendo  o pleito, é o candidato natural do PSDB, ungido por Alckimin e Jerreisati, a sucessão presidencial de 2022.

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Saiu a Pesquisa IBOPE no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, conforme a pesquisa o Ibope, o tucano Eduardo Leite abriu enorme vantagem sobre Sartori, PMDB, o atual governador do Estado.

Segundo o IBOPE, o ex-prefeito de Pelotas está com 59% dos votos válidos, e Sartori com 41%.

Está evidente que houve uma migração da esquerda e centro-esquerda do Estado para Eduardo Leite. O apoio do PMDB e de Sartori a Bolsonaro não correspondeu ao entendimento do eleitor, que, mesmo votando em Bolsonaro, prefere Eduardo Leite, para a eleição em aparte do Estado gaúcho.

Especialistas acham que foi um erro de avaliação essa aliança Sartori com Bolsonaro, pois Eduardo Leite disparou e Sartori ficou estagnado. Evidentemente que o eleitorado de esquerda, a massa do PT e PDT, migrou automaticamente para Eduardo Leite.

Sartori desprezou o espectro de esquerda gaúcho e preferiu apostar em Bolsonaro. Um erro de avaliação.

 

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