A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) pediu a impugnação do pedido de inscrição de Deltan Dallagnol na OAB

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) pediu nesta terça-feira (10) a impugnação do pedido de inscrição do ex-procurador da República Deltan Dallagnol na seccional do Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR). De acordo com a entidade, o ex-coordenador da Operação Lava Jato “não possui idoneidade moral, requisito fundamental para o exercício da advocacia”. O advogado, professor da Universidade de Fortaleza e integrante da ABJD Núcleo Ceará Marcelo Uchôa, conversou a respeito com o jornalista Glauco Faria, no Jornal Brasil Atual.

Dia Internacional da Família

Comemora-se, hoje, o dia internacional da família. Em todo o mundo a data é objeto de reflexões, textos, teses e – por que não? – comemorações.

Eu sou assumidamente conservador e defensor – sempre – da família. Nunca tive sorte com as famílias que constitui, mas nada mudou minha opinião. Talvez eu até morra sozinho, mas morrerei convicto que sempre defendi a FAMÍLIA.

Uma família é tudo. É nossa razão para viver, lutar, enfrentar os dissabores e comemorar as alegrias.

Hoje cedo a Cleonice enviou-me uma foto dela e as irmãs dela com dona Tereca, em Porto Alegre, a matricarca ancestral, e viúva do falecido Abdo Mottecy. Linda demais e emocionante a foto. Aliás, que família unida essa dela e que justifica a razão de ser da data e a simbologia decorrente.

Família, família, família … quem não tem uma, sonha em tê-la. E todos nós vamos indo, aglutindando-se, constituindo-se e sonhando.

A data, mais que comemorações, enseja reflexões. Afinal, nunca é demais reafirmarmos o peso da Instituição Família e o significado dessa união.

Os cultos, hoje, quero crer, serão em homenagens as famílias.

Vale a pena comemorar,  e refletir. Vou esperar que a minha filha me ligue. Se me ligar, vou dizer o quanto a amo e quanto sonho ela alimentou-me.

 

Quer saber como você vai morrer? Um site te mostra baseado em alguns dados

Felipe Ribeiro – Canaltech

Todo mundo – muito ou pouco – tem um certo nível de curiosidade mórbida. Para os que possuem mais fé, a morte é tratada como algo que chega ao seu tempo, já para os mais céticos, as correlações com a ciência são mais utilizadas. Agora, pense que, com um simples programa de computador, você pode “descobrir” como pode ou vai morrer. O projeto “How You Will Die“, da Flowing Data, permite que você adivinhe a causa de sua morte com base em seu sexo, raça e idade, entre outros parâmetros.

Este simulador, desenvolvido pelo programador Nathan Yau, faz uso de dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) para traçar, automaticamente, o que pode te levar à morte de acordo com o período de sua vida. A compilação de dados cobre detalhes sobre essas causas de mortes entre 1999 e 2014. Especificamente, os registros são baseados em atestados de óbito.

O CDC classifica as causas em 113 subcategorias, que se enquadram em 20 categorias de doenças e causas externas. Mais especificamente, o CDC usa a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas de Saúde Relacionados (CID), publicada pela Organização Mundial da Saúde.

Como simular?

Digite seu sexo, raça e idade. Cada ponto representa uma de suas vidas simuladas e, a cada ano que passa, mais de seus seres simulados desaparecem. A cor corresponde à causa da morte, e as barras à direita acompanham as porcentagens acumuladas. No final, você terá as chances de morrer de cada causa.

Tente mudar a idade para zero e observe a taxa de variação. Uma coisa que você deve notar é que, depois de passar do primeiro ano, é baixa a probabilidade de você morrer nas próximas décadas. O ponto principal, que é o que você espera, é que a taxa de mortalidade é muito menor nos primeiros anos de vida do que nos anos anteriores. Mas, se você morrer em uma idade mais jovem, é muito mais provável devido a algo externo e não a uma doença.

Captura de Tela/ Felipe Ribeiro

Experimente, depois, mudar a idade para os anos mais longínquos e deixe as simulações correrem. Neste cenário, as doenças começam a aparecer e os fatos externos diminuem (nçao muito, é verdade) para a sua causa mortis. Um dado que chamou a atenção, por exemplo, é o número de mortes por problemas circulatórios depois dos 80 anos, e não o câncer, como comumente acreditamos.

Fonte: The Next Web , com informações Flowing Data

eu esqueci de te dizer | filme completo

Sugestão. Um filme raro. Fotografia fantástica. Sem corridas de carros, sem pancadas, sem sexo, sem tiros, e um enredo excepcional. Atuação irretoquável de Omar Sharif e  Émilie Dequenne, superando-se nessa atuação.

A cena, ao final, dela andando de bicicleta e esforçando-se para não mostrar as pernas ante o vento, é demais. Qualidade rara do cinema francês.

Marie, jovem, 25 anos, colhedora de frutas, conhece Jaume, homem de 75 anos de idade,  que foi campeão de ciclismo e toca a vida pintando. Surge uma linda amizade. Graças a ele, Marie descobrirá uma identidade: a pintura. Na pauta,  envelhecimento, o final da vida e abordagem da morte, sem cortejos e sem velórios…Vale a pena.