A iminência da guerra e o pensamento cristão

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Ninguém mais duvida que o cenário mundial é de guerra aberta. Nesse momento, existe uma costura do jihad (guerra santa) inclusive com o Egito. Irã, ganhou apoio apoio da Rússia (cristã ortodoxa) e da poderosa China (majoritariamente budista, xintoísta, e cristã (católica e protestante). O Iraque, islâmico, que tinha uma banda aliada de Trump, quer a saída das forças americanas do seu território.

A França declarou apoio a Trump, assim como a real armada britânica. A Espanha, que ontem nomeou Manual Castells ministro das universidades, está apoiando o Irã.

É evidente que os bombardeios iranianos visam alvos em Israel e bases aeronavais americanas e de seus aliados. O ataque maciço pode acontecer a qualquer momento, com o agravante de que esse conflito terá um novo elemento: será uma guerra, acima de tudo, nuclear.

A legião jihadista, espalhada pelo mundo, ainda não agiu, mas é impensável que se mantenham em silêncio. Atentados mundo afora podem acontecer a qualquer momento. O cenário é de imprevisibilidade.

E tudo começou com um ataque irresponsável de Trump contra a soberania de um país. Se bem que esse conflito é anunciado a tempo. A união da China e da Rússia – finalmente – vão colocar, frente a frente, o poderio soviético e americano.

A situação mundial é seriíssima e só alguém muito debiloide pode brincar com uma guerra, de consequências trágicas para a humanidade.

Os cristãos devem seguir a linha da paz, lutar pelo entendimento, pela harmonia e pela tranquilidade na Terra. A guerra e o ódio só interessam os belicistas, e a violência – se o quadro evoluir – poderá marcar para sempre nosso século e manchar nosso curso histórico com o nuclear e suas consequências.

Ninguém mais duvida que o cenário mundial é de guerra aberta. Nesse momento, existe uma costura do jihad (guerra santa) inclusive com o Egito. Irã, ganhou apoio apoio da Rússia (cristã ortodoxa) e da poderosa China (majoritariamente budista, xintoísta, e cristã (católica e protestante). O Iraque, islâmico, que tinha uma banda aliada de Trump, quer a saída das forças americanas do seu território.

A França declarou apoio a Trump, assim como a real armada britânica. A Espanha, que ontem nomeou Manual Castells ministro das universidades, está apoiando o Irã.

É evidente que os bombardeios iranianos visam alvos em Israel e bases aeronavais americanas e de seus aliados. O ataque maciço pode acontecer a qualquer momento, com o agravante de que esse conflito era um novo elemento: será uma guerra, acima de tudo, nuclear.

A legião jihadista, espalhada pelo mundo, ainda não agiu, mas é impensável que se mantenham em silêncio. Atentados mundo afora podem acontecer a qualquer momento. O cenário é de imprevisibilidade.

E tudo começou com um ataque irresponsável de Trump contra a soberania de um país. Se bem que esse conflito é anunciado a tempo. A união da China e da Rússia – finalmente – vão colocar, frente a frente, o poderio soviético e americano.

A situação mundial é seriíssima e só alguém muito debiloide pode brincar com uma guerra, de consequências trágicas para a humanidade.

Os cristãos devem seguir a linha da paz, lutar pelo entendimento, pela harmonia e pela tranquilidade na Terra. A guerra e o ódio só interessam os belicistas, e a violência – se o quadro evoluir – poderá marcar para sempre nosso século e manchar nosso curso histórico com o nuclear e suas consequências.

Só falta a volta dos cavaleiros templários, Vladi, o empalador,  e a reedição do cerco de Viena.

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