Recebendo ALCIDES MENEGHINI em SANTIAGO

Hoje, eu e o Jornalista João Lemes recepcionamos o ex-prefeito de CAPÃO DO CIPÓ, Alcides Meneghini.

Foi um encontro amigável, regado pelas velhas tradições, pelo afeto e camaradagem que nos une.

Como anfitriões santiaguenses, coube-nos às honras da casa.

Quanto ao seu Alcides, é sempre um doce de pessoa, amável, querido, sensato e muito ponderado.

Quanto ao João, embora passemos conversando pelo whats, ainda não o tinha abraçado pelo Título de Doutor pela UFSM, a despeito de eu ter sido convidado para o evento.

João é um exemplo para todos nós e uma aposta firme no conhecimento e na busca perpétua pelo saber.

É muito agradável estar com os amigos que a gente ama tanto.

Com a visita do sei Aléssio Viero e depois do ex-prefeito e futuro Prefeito Alcides Meneghini, o dia ficou mais lindo e radiante.

 

Aléssio Viero Neto, um advogado exemplar, aos 93 anos, vida justa e exemplar. Uma doce visita

Uma visita honrosa. Recebi hoje em meu escritório a visita do Dr. Aléssio Viero Neto, advogado militante aos 93 anos.

Homem reto de vida hilibada, honra muito a sociedade santiaguense e todos nós, advogados.

Meu amigo e amigo de meu pai, Dr. Aléssio é um exemplo para todos nós. Criou seus filhos de forma exemplar, seus netos todos bem encaminhados na vida, homem de fé, católico militante, não perde missa e a idade não o abate por nada.

Incrível, é 30 anos mais velho que eu e advogamos juntos em muitas causas. Um ajuda o outro.

Santiago se orgulha muito desse seu filho.

Deus o mantenha com vida exemplar e longa. O abençoando sempre.

Notícia velha. Do livro A ARTE DE ENGANAR O POVO.

Santiaguense lança livro A arte de enganar o povo

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Postado por Jornal A Razão em Quarta, Agosto 5, 2009, 10:40
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O santiaguense Júlio Prates, advogado,  sociólogo e jornalista, estará lançando, dia 18, às 19h, no Memorial do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, seu quinto livro, intitulado A arte de enganar o povo.

Produzido em Santa Maria, na Pallotti Editora, e com a capa levando a assinatura do designer Guilhes Damian, da Revista Veja, o livro escrito com humor, versa sobre os embustes, golpes e manipulações que os políticos usam para enganar as pessoas.

Na verdade, segundo Julio Prates, “o livro é um texto leve, sintético e nada lembra os artigos maçantes e cansativos. A temática é a política, mas sob uma ótica diferente”, observa o autor. 

Com puro escárnio e deboche, Júlio sintetizou, praticamente, tudo que é importante para os políticos. O livro, considerado polêmico, mostra que tudo na política e nos políticos é mentira, desde a forma como cumprimentam as pessoas, beijam uma criança, abraçam um velhinho e se comportam num velório. Explica Julio Prates que são dezenas de situações reunidas e analisadas, por exemplo, as roupas, joias, perfumes, cabelo, unhas, dentes, hálito, aniversário, horóscopo.

”O livro é curioso, pois ensina como mentir, como construir discursos sobre cada situação, ensina como enganar, mas revela-se extremamente útil por escancarar todos os expedientes manipulatórios que os políticos usam para enganar o povo”, comenta Prates.

A definição de política na visão de Prates é curiosa “é falar várias linguagens embutidas numa só, é aparentar uma coisa e ser outra, é dizer uma coisa e fazer outra”. Nada escapa da fúria literária de Prates, albergues, saúde, amantes, roubos, corrupções, esquerda, direita, gays, religiões, casamento, filhos bastardos, imprensa, militares, poder judiciário. O estilo de Prates lembra Maquiavel, embora resguardadas todas as particularidades do contexto, época. O livro contém 175 páginas, divididas em seis capítulos.

O primeiro livro de Julio Prates foi “O Papel do Jornal”, editado em 2003; depois,” O que importa em Oracy”, em 2004, e “Boca de Lobo” e” Pampa em Progresso”, lançados juntos em 2006.

O lançamento do livro “A Arte de Enganar o Povo” deve acontecer até outubro deste ano. A situação de alerta epidemiológico por causa da gripe A, fez com que a sessão de autógrafos fosse transferida do próximo dia 22 de agosto, para uma data ainda a ser marcada. Apesar disso o livro estará sendo comercializado nas principais livrarias ao valor de R$ 30,00.

LIVRO: A ARTE DE ENGANAR O POVO

Esta é a contra-capa do meu livro A ARTE DE ENGANAR O POVO. Nos próximos dias, vou divulgar, gratuitamente, meu livro na internet, no meu blog. Sem falsas modéstias, meu livro está assumindo um espaço fático tão real em suas análises que chega a assombrar. É minha forma de contribuir com a política, ou seja, para depurificação tão necessária e para que as pessoas entendam como são as técnicas de manipulação e enganação usadas em busca do voto.

 

Esse livro seria usado com meu TCC na pós-graduação em Letras que fiz. Contudo, não encontrei ninguém que entendesse de jogos de linguagem, linguagem figurada, cabala e construções linguísticas. 


Mesmo assim, o livro foi Editado, foi um tremendo sucesso, mas um tanto incompreendido, em 2009. Hoje, recebo pedidos de todo o país, é incrível como tudo se espalhou. E, ademais, o livro virou profético, embora o viés do sarcasmo e da realidade crua como abordei certos assuntos.



Só alerto que o livro não está mais a venda.

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DO AUTOR E SUA OBRA

Júlio Prates, nasceu e cresceu no Pampa gaúcho. É fronteiriço, recluso e maldito. Viveu longe do pago por duas décadas. Cursou Sociologia, Direito e pós-graduou-se em Letras e Sociologia. Apaixonado por política e militante anti-globalização, voltou-se para as questões locais: economia, política, valores e ritos do interior gaúcho. Isolado e incompreendido, transita entre a marginalidade e a maledicência. Para muitos, um louco, para outros tantos, um gênio.

Escreveu alguns livros, todos de caráter fortemente regional. Agora, com A ARTE DE ENGANAR O POVO, estréia um novo estilo. Em um viés sarcástico e ousado disseca as situações políticas e sociais do dia-a-dia. Ensina como os políticos se mimetizam sorrateiramente em meio ao povo. A imprensa gaúcha já começa a defini-lo como o novo príncipe, associando sua escrita ao estilo de “O Príncipe” de Maquiavel. Júlio é o maquiavélico da era digital, da brevidade dos e-mails e, por essa razão, não se volta aos impérios e tronos, mas aos pequenos reinos e feudos da manipulação, assentados na mentira que permeia a politicagem contemporânea.

É de Rousseau a célebre frase: “Maquiavel, fingindo dar lições aos reis, deu grandes lições aos povos”. Resguardadas as particularidades, contexto e época, Júlio Prates também finge ministrar valiosas lições aos políticos; mas, na verdade, está municiando o povo acerca das artes, técnicas, macetes e artifícios que os políticos utilizam para enganarem e ludibriarem seu eleitorado.

Guilhes Damian, Revista Veja, São Paulo, 2009.