Hospitais vão suspender o atendimento de segurados do IPE

Hospitais vão suspender o atendimento de segurados do IPE, noticiou com exclusividade o GRUPO RBS hoje pela manhã.

O quadro é desesperador, pois o IPE, inchado com convênios com prefeituras, deixou de prestar um serviço eficiente e abarrotou suas fileiras. Aqui em Santiago, o Diretor Ruderson Mesquita me disse que “vai acontecer isso”, referindo-se a matéria de debandada geral publicada no CLIC RBS.

O Astrogildo de Azevedo de SANTA MARIA  já anunciou não atender mais, nem a continuidade do tratamento oncológico.

Essa crise era prevista e nada é novidade para quem já acompanha a situação do IPE a algum tempo.

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Um dia histórico para os advogados: Ministério Público e OAB firmam acordo pela defesa das prerrogativas dos advogados

A OAB e Ministério Público firmaram acordo de cooperação mútua em respeito as prerrogativas dos advogados. Um avanço importante no relacionamento no dia-a-dia de trabalho. Mas um resultado de trabalho efetivo. Foto-registro do Presidente Beto Simonetti e Procurador Geral do MP Paulo Gonet.

Ontem a noite, em Santiago, era só o que se falava nos grupos de whatsapp dos advogados. Eu participo de 3 grupos, sendo 2 de Porto Alegre e os advogados são uníssonos nas críticas, todos na mesma direção. Pelo visto, a questão não é pacífica, nem aqui e nem em Porto Alegre.

Os violadores das prerrogativas legais e constitucionais dos advogados devem estar bem preocupados nessa hora.

 

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Jesus Cristo foi um essênio?

Juliana Cavalcanti, é historiadora, mestre, doutora e pós-doutora em História pela Universidade Federal Fluminense.

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BOLSONARO ARRASA NA AVENIDA PAULISTA. LULA GOSTA E CURTE!

Paulo Giraldelli é filósofo, mestre e doutor em Filosofia pela USP, Doutor em Educação pela PUC-SP e pós-doutor em Medicina Social. É líder do movimento nacional da ESQUERDA REFLEXIVA. É professor universitário aposentado.

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O Diário de Júlio César

Os Experimentos Humanos Mais Perturbadores de Todos os Tempos.

Advertência, este documentário está sob um contexto educativo e histórico, não toleramos nem promovemos o ódio contra qualquer grupo de pessoas, não promovemos a violência, condenamos estes fatos para que não voltem a ocorrer.

À medida que o sol se põe nos anais da história, projeta uma longa e escura sombra sobre alguns de seus capítulos mais dilacerantes. Entre eles estão os grotescos experimentos humanos realizados sob o pretexto do progresso científico e da guerra. Estas abominações da curiosidade e crueldade humanas abrangem continentes e épocas, deixando para trás um legado de dor e horror.

Imagine, se ousar, o ano de mil novecentos e quarenta e um nas profundezas de Auschwitz, onde o Dr. Josef Mengele, infamemente conhecido como o “Anjo da Morte”, orquestrou uma série de cruéis experimentos com prisioneiros. Sua torcida fascinação por gêmeos levou-o a submeter esses irmãos a procedimentos desumanos, tentando desvendar os mistérios da genética com um bisturi embebido em crueldade.

Do outro lado do oceano, no País do Sol Nascente, durante a Segunda Guerra Mundial, a Unidade Setecentos e Trinta e Um, uma unidade encoberta de pesquisa em guerra biológica e química do Exército Imperial Japonês, realizou brutais experimentos com milhares de prisioneiros chineses e russos. Dirigidos pelo general Shiro Ishii entre mil novecentos e trinta e sete e mil novecentos e quarenta e cinco, estes atos incluíam vivissecções, testes de armamento e exposição a patógenos letais. Os gritos que ressoavam no distrito de Pingfang, onde a unidade tinha sua base, ainda assombram as páginas da história. Mais ao sul, na África do Sul, no final do século vinte, o Projeto Aversão, sob o regime do apartheid, submetia indivíduos homossexuais a terapias de “conversão” forçadas, que incluíam a castração química e a terapia de choques elétricos…

Dirigido pelo Dr. Aubrey Levin, este sombrio capítulo dos anos setenta a oitenta tentou “corrigir” a homossexualidade, infligindo profundas cicatrizes psicológicas e físicas em suas vítimas. Em nossa jornada por este sombrio episódio histórico, enfrentamos a horrível natureza destes experimentos e uma assustadora indiferença perante o sofrimento infligido. A escritora e ativista Helen Keller disse uma vez: “Talvez a ciência tenha encontrado cura para a maioria dos males; mas não encontrou remédio para o pior de todos: a apatia dos seres humanos”. O que levou estes indivíduos a perpetrar atos tão terríveis e repreensíveis? Acompanhe-nos para explorar o sinistro mundo da experimentação humana, reconstruindo as histórias fragmentadas das vítimas e enfrentando a inquietante verdade de que, às vezes, os monstros mais horríveis usam máscaras de curandeiros.

Bem-vindo ao diário de Júlio César. Ecos de escuridão. O perturbador legado das atrocidades médicas nazistas. Na sombria época da Segunda Guerra Mundial, sob o regime nazista desenvolveu-se uma narrativa indizível que marcou um capítulo sombrio na história da humanidade. Foi um período em que a ética médica foi anulada e as vidas humanas foram reduzidas a meras variáveis em uma cruel equação de experimentação. Os campos de concentração, tristemente famosos por sua brutalidade, tornaram-se o cenário desses sinistros ensaios. Auschwitz, sob o reinado de terror do Dr. Josef Mengele a partir de mil novecentos e quarenta e três, foi testemunha de alguns dos experimentos mais bárbaros.

Mengele, ardente defensor da ideologia racial nazista, realizava experimentos com gêmeos com uma curiosidade fria e científica que escondia uma total ausência de empatia. Sua fascinação se estendia àqueles com olhos heterocromáticos, tentando replicar artificialmente essa condição através de dolorosas injeções diretamente nos olhos de suas vítimas.

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