TRF3 suspende entrevista de Adélio Bispo

O esfaqueador do capitão, teve sua anunciada entrevista coletiva negada pelo TRF3.

A entrevista estava marcada para o dia 05 de outubro.

Imagino que a banca de juristas que defende Bispo vai recorrer ao STJ.

Bispo vai abrir a boca e contar como foi a armação … se o STJ autorizar (ou o próprio STF).

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Bolsonaro ataca general Mourão

Devido as críticas aos direitos trabalhistas, como o 13º salário e o adicional de férias, Bolsonaro rebateu as críticas do seu vice.

O assunto é capa da Veja on line e de quase todos os jornais do país.

Bolsonaro rebate crítica de Mourão a 13º salário: ‘Ofensa a quem trabalha’

O general apenas não se subordina a um capitão, no que ele está certo. Ademais, o General está fazendo um trabalho elogiável …

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Saiu rodada de pesquisas no Estado e Eduardo Leite ultrapassa Sartori

PESQUISA METHODUS/BAND Governo do Estado

Eduardo Leite, 24,90%
Sartori, 22,27%
Jairo Jorge, 11,76%
Miguel Rosseto, 11,43%
Bandeira, 2.69%
Roberto Robaina , 1,31%

SENADO
Paulo Paim, PT, 28,58%
José Fogaça, MDB, 22,67%
Beto Albuquerque, PSB, 18,27%
Carmem Flores, PSL, 10,45%
Luiz Carlos Heinze, PP, 9,75%
Agibail Pereira, PCdoB, 7,92%

O que não dá para entender é Carmem Flores na frente de Heinze. Devido as oscilações, margem de erro, intervalo de confiança, ouso dizer que no senado, ainda muita água vai rolar. Também, percentuais como o de Rosseto e Jairo Jorge são altamente temerários.

O governador do RS está eleito já. Ninguém segura o Eduardo Leite e não duvidem se ele não avançar para ganhar ainda no primeiro turno.

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Uma crônica do sábio Juremir Machado

Aécio será campeão de votos. Tente entender

Aécio Neves queria ser presidente da República. Foi obrigado a desistir. Resolveu buscar a reeleição para o Senado. Foi obrigado a desistir. Malas de dinheiro o abateram em pleno voo. Recuou para a luta por uma cadeira de deputado federal por Minas Gerais. Tudo indica que será o mais votado de seu Estado. O que isso significa? Tudo. A principal conclusão é esta: a corrupção não é o problema para eleitores que, vez ou outra, estrategicamente, revoltam-se contra ela. A corrupção vem sempre com a pergunta: de quem? É uma variante do você sabe com quem está falando. Você sabe quem está roubando? Eis tudo.

O general Mourão, vice na chapa de Jair Bolsonaro, defendeu o autogolpe desfechado pelo presidente da República em caso de necessidade. Claro que a necessidade será definida pelos interessados sem levar em conta a opinião da oposição. O próprio Bolsonaro já pensou em ampliar o STF. A ditadura de 1964 fez isso. Hugo Chávez na Venezuela também. O Brasil recente contentou-se em ampliar o tempo de permanência dos ministros nos seus postos. O economista Paulo Guedes, agora conhecido como Posto Ipiranga por ser designado como aquele que tem todas as respostas, quer reduzir os partidos ao mínimo e caçar o direito de voto nominal dos parlamentares, fixando o voto por bancada.

Se duvidar, voltamos ao bipartidarismo.

O MDB certamente aceitaria fazer outra vez o papel de oposição permitida. Salvo se, como sempre, em caso de vitória de Bolsonaro, decidir dar governabilidade ao novo presidente. Quem se espantaria com isso? Romero Jucá como ministro de Bolsonaro não seria um absurdo. Daria até para chamar isso de ordem natural das coisas. Mourão defendeu também uma nova Constituição sem o aborrecimento de ter constituintes. Notáveis indicados pelo executivo resolveriam o problema. Teríamos algo como a carta outorgada de 1967 com um aceno para as formalidades democráticas: um plebiscito para sacramentar o texto sem votos.

A imprensa brasileira faz de conta que está tudo bem. A queda ainda anda na altura do quinto andar. A imprensa mundial já soou o alarme e chamou bombeiros e ambulâncias. The Economist foi direto ao ponto sentindo o calor das chamas: “Bolsonaro pode não conseguir converter seu populismo em uma ditadura ao estilo pinochetista, mesmo que ele queira. Mas a democracia brasileira é muito nova”. O que isso significa? Significa que para a publicação liberal inglesa Bolsonaro não está brincando e que a democracia brasileira pode ser muito frágil diante das más intenções do candidato do PSL, sigla que alugou.

Como entender tudo isso? Simples.

Estamos no mato sem cachorro.

Se correr o bicho pega. Se ficar, o bicho devora. O ex-ministro Nelson Jobim, entrevistado no Esfera Pública, disse que não há espaço no Brasil atual para golpes. Fiquei com a impressão de que estava fora da nossa órbita. Acha que o carioca Anthony Garotinho está condenado em primeira instância. O danado já passou pela segunda instância. Mesmo assim, obteve direito de concorrer. Ficha suja ou limpa? Depende.

Estamos na era dos pós-intelectuais bolsonarianos: Danilo Gentilli, Lobão, Alexandre Frota e outros gênios.

A “midiocridade” é uma ideologia que dispensa o cérebro.

Um grande progresso na direção da idade da pedra.

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Alienação Parental, conceito e origem

Por Frederick Freddy Gondin

A alienação parental é uma realidade que chegou ao conhecimento não só da psicologia moderna mas também do Direito, no caso o Direito de Família.

Trata-se de um termo criado em 1985 pelo psiquiatra norte-americano Dr. Richard Gardner traduzido em uma arma utilizada de forma recalcitrante nas relações de família atingindo de frente o desenvolvimento emocional e psicossocial das crianças e dos adolescentes expostos aos dramas que se desembocam nas Varas de Família.

É próprio dizer que manter um relacionamento afetivo é como manter um Titanic navegando em águas serenas e ao mesmo tempo ignorando os icebergs eventualmente existentes. Sempre existe a possibilidade, a exemplo do famoso navio, de se encontrar com um iceberg e ir a pique, ou seja, afundar e liquidar de vez com o relacionamento mantido até então e descobrindo a parte até então oculta do iceberg atingido, que pode ser traduzido também como o lado obscuro do ser humano que aflora buscando vingança mesmo que para isso pessoas inocentes sejam cruelmente atingidas.

O tema, considerando-se todo o arcabouço jurídico já existente, é recente.

Desperta, porém, já à primeira vista, interesse multidisciplinar, de psiquiatras, psicólogos, advogados, juízes e promotores de justiça, dada a sua complexidade.

Daqui há alguns anos teremos um número considerável de decisões dos nossos tribunais a nos orientar e a nos dar um norte a ser seguido, nos municiando com os argumentos necessários ao eficaz combate à essa prática destruidora das relações afetivas entre filhos e pais desprovidos da guarda e do direito de visitas.

O Dr. Gardner, segundo Tamara Brockhausen, conceitualizou dois termos: a Alienação Parental (AP) e a Síndrome da Alienação Parental (SAP).

Ele estabeleceu que a Síndrome da Alienação Parental é um subtipo da Alienação Parental, pois esta é uma expressão mais genérica, abrangente.

A Alienação Parental (AP) é definida como qualquer situação na qual uma criança pode rejeitar um genitor. Essa animosidade, sabe-se, pode ser gerada por diversas causas nas quais não é possível identificar um programador específico e nem possível quantificar os abusos psicológicos, físicos e negligenciais impostos à criança e/ou adolescente.

No tocante à Síndrome da Alienação Parental (SAP), segundo o Dr. Richard Gardner, é um distúrbio específico da infância que aparece quase que exclusivamente no contexto de disputas de custódia das crianças. Sua manifestação preliminar sugere uma campanha denegritória contra um dos genitores.

O procedimento alienatório, eivado de estratégias com a finalidade de afastar aquele que não tem a guarda da convivência com a prole, tem o seu terrível início com o fim da relação afetiva.

O objetivo principal do alienador é desacreditar e desgastar a imagem do genitor alienado a qualquer custo, promovendo a sua completa destruição, podendo chegar inclusive a fantasiar o seu “falecimento” e na terrível implantação de falsas memórias.

Se tal comportamento é consciente ou não, não importa. O plano arquitetado resultará na prática do mal em flagrante prejuízo do genitor alienado e em especial da prole vitimizada.

Várias são as técnicas:

• Limitar o contato da criança com o genitor alienado e se possível eliminá-lo.

• Limitar o contato com a família do genitor alienado e se possível eliminá-la.

• Evitar mencionar o genitor alienado dentro de casa.

• Desvalorizar o genitor alienado, seus hábitos, costumes, amigos e parentes.

• Criar a impressão de que o genitor alienado é perigoso.

• Provocar conflitos entre o genitor alienado e a criança.

• Interceptar telefonemas, presentes e cartas do genitor alienado.

• Fazer com que a criança pense que foi abandonada e não é amada pelo genitor alienado.

• Induzir a criança a escolher entre um genitor e outro.

• Induzir culpa no filho por ter bom relacionamento com o genitor alienado.

• Instigar a criança a chamar o genitor alienado pelo seu primeiro nome.

• Impor pequenas punições sutis e veladas quando a criança expressar satisfação ao se relacionar com o genitor alienado.

• Confiar segredos à criança, reforçando o senso de lealdade e cumplicidade.

• Cultivar a dependência entre genitor alienador e a criança.

• Interrogar o filho depois que chega das visitas.

• Encorajar a criança a chamar o padrasto/madrasta de pai/mãe.

• Ocultar a respeito do verdadeiro pai/mãe biológico (a).

• Abreviar o tempo de visitação por motivos fúteis.

• Dificultar ao máximo o cumprimento do calendário de visitas.

• Mudança de domicílio para o mais longe possível do genitor alienado.

Maria Berenice Dias  comenta, no uso da sua notória experiência e conhecimento, com muita propriedade, que:
“Trata-se de verdadeira campanha para desmoralizar o genitor. O filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro. A mãe monitora o tempo do filho com o outro genitor e também os seus sentimentos para com ele.”

Alienação Parental, ainda segundo o advogado Marcos Duarte, é a expressão genérica utilizada para designar patologia psicológica/comportamental com fortes implicações jurídicas caracterizada pelo exercício abusivo do direito de guarda com o impedimento da convivência parental no rompimento da conjugalidade ou separação causada pelo divórcio ou dissolução da união estável.

A vítima maior é a criança ou adolescente que passa a ser também, de forma involuntária, carrasco de quem ama, vivendo uma contradição de sentimentos até chegar ao rompimento do vínculo de afeto. Através da distorção da realidade, neste triste episódio, percebe-se que um dos pais é totalmente bom e perfeito (o alienador) e o outro é totalmente mau (alienado).

A principal característica desse comportamento patológico e ilícito, segundo Marcos Duarte, é a lavagem cerebral na criança ou adolescente para que atinja uma hostilidade em relação ao genitor não guardião e/ou seus familiares. A criança se transforma em defensor e cúmplice abnegado do guardião, repetindo as mesmas palavras aprendidas do insistente e eficaz discurso do alienador contra o “inimigo”. O filho passa a acreditar que foi abandonado e passa a compartilhar ódios e ressentimentos com o alienador. Algumas vezes dependendo da idade da criança e as circunstâncias o genitor alienado é descartado sob a alegação fantasiosa de ter morrido antes do nascimento.

O uso de táticas verbais e não verbais, portanto, faz parte do arsenal do guardião alienador, que apresenta comportamentos característicos dessa patologia e quase sempre perceptíveis em quase todas as situações.
Consiste, ainda, segundo Beatrice Marinho Paulo em uma forma de abuso emocional geralmente iniciado após a separação conjugal, no qual um genitor ou um guardião passa a fazer uma campanha desqualificadora e desmoralizadora do outro genitor, visando afastar dele a criança e destruir o vínculo afetivo existente entre os dois, utilizando diversas manobras e artifícios para dificultar ou impedir o contato entre eles e para programar a criança para rejeitar ou mesmo odiar o outro genitor.

Já na Síndrome da Alienação Parental (SAP), subtítulo da Alienação Parental, ainda conforme Tamara Brockhausen, após todo esse mórbido processo alienatório, a criança já vitimizada recusa o contato, rejeita a afetividade e/ou defere hostilidade contra o genitor com quem ela sempre estabeleceu laço afetivo não tendo, portanto, justificativas reais para a sua atitude. A sua causa é atribuída à programação feita no pós-divórcio por um dos genitores com intuito retaliativo de afastar a criança do convívio com o outro genitor. O mal chegou ao seu auge. A patologia encontra-se já instalada. Caso não haja uma reação eficaz será o começo do fim.

Fernando Savaglia afirma que no Brasil, a exemplo de outros países, no caso de uma separação, uma esmagadora maioria de decisões judiciais determina que a genitora seja a guardiã do filho, o que explica, no caso da Síndrome da Alienação Parental (SAP), a quantidade de casos relatados nos quais a mãe se transforma no agente alienador. Porém, confirma Savaglia, não são raros os casos de pais, tios, avós ou padrastos, assumindo consciente ou inconscientemente o papel de alienador. Trata-se de um comportamento existente, diga-se, em alguns casos, em que se vê normalmente a existência de apoio dos familiares e amigos íntimos ao mórbido plano de romper os laços afetivos entre a criança e/ou adolescente e o progenitor alienado.

Denise Perissini, afirma que:
“Existe também a reação passiva da alienação. Alguns familiares percebem as atitudes insensatas do alienador mas tem medo de interferir, porque temem virar alvo de sua ira.”

Raquel Pacheco Ribeiro de Souza, Promotora de Justiça em exercício nas Varas de Família da Comarca de Belo Horizonte, MG, e Coordenadora da Comissão de Legislação do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Seção de Minas Gerais, assim se expressou em relação a tirania do guardião:
“Não raro, após o desenlace, os pais, e muitas vezes os próprios operadores do direito, esquecem-se de que, mesmo que a guarda seja exercida unilateralmente, o poder familiar cabe a ambos os genitores, casados ou não.

É comum assistirmos a um verdadeiro vilipêndio da essência do poder familiar quando o guardião monopoliza em suas mãos as decisões que dizem respeito à vida dos filhos, recusando a participação do não-guardião nessa tarefa. O filho, já abalado pela separação dos pais, vê-se ainda mais prejudicado, diante do sentimento de vazio e de abandono causado pelo afastamento do não-guardião. A ruptura, embora dolorida para os filhos, poderia ser muito melhor vivenciada se os genitores continuassem a ser pais e mães, de forma efetiva, apesar da separação. O maior sofrimento da criança não advém da separação em si, mas do conflito, e do fato de se ver abruptamente privada do convívio com um de seus genitores, apenas porque o casamento deles fracassou.

 

Os filhos são cruelmente penalizados pela imaturidade dos pais quando estes não sabem separar a morte conjugal da vida parental, atrelando o modo de viver dos filhos ao tipo de relação que eles, pais, conseguirão estabelecer entre si, pós-ruptura. Dessa forma, se os pais tiverem equilíbrio suficiente para manter um diálogo construtivo, os filhos estarão a salvo. Do contrário, acabarão por se tornar artilharia de um cônjuge contra o outro.”

E, passado o momento da ruptura vem o assentamento da nova condição de vida, de uma nova estrada cuja pavimentação poderá ser ou não do agrado ou conveniente a cada uma das partes.

Surgem daí as necessárias visitas pelo progenitor que não tem a guarda da prole, levando-a para a sua nova realidade. O sentimento de propriedade e posse sobre os filhos acentua-se descontroladamente e torna-se rígido.

É o momento exato para o possível surgimento do procedimento alienatório e a possível instalação da síndrome, que exige duas partes, o alienante, que tem a guarda dos menores e o alienado, que evidentemente não tem a guarda.

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Idiotice e manipulação usando o Estado de Israel e o povo judeu

 

O Pastor Vilson Zabel, Presidente da assembléia de deus, no afã de manipular os evangélicos para votarem em Bolsonaro me saiu com esta pérola.

Segundo o canastrão, juízes 10.3 diz que Jair vai defender o povo de Israel.

E em I Reis, 11.25 está escrito que Hadade foi adversário do povo de Deus, pois detestava Israel.

Isso é que é semear ódios, incentivar os conflitos no oriente médio e usar a própria Bíblia para manipular a opinião pública evangélica num processo eleitoral local.

Como evangélico que sou, sinto vergonha desta gente. E um certo asco.

Ele é livre para apoiar o diabo que quiser, agora, que não use a Bíblia para disseminar preconceitos raciais, pois é sabidamente árabe a origem do patronímico Haddad. Isso já é caça às bruxas e o preconceito ultrapassou o tolerável.

Curiosamente, os judeus estão com um manifesto em todas as redes sociais, inclusive aqui no meu blog, pedindo para não votarem em Jair porque ele semeia ódios e incita uma guerra fratricida, fomenta o preconceito e dissemina discriminações.

Lastimável.

Evangélicos de Deus, defendem a paz, a harmonia entre os povos, o amor, o perdão, o diálogo, o dividir o pão o incitamento ao ódio contra um povo por sua origem. O nazismo foi isso, pregava ódio contra judeus, negros, ciganos … incitava a morte de quem não fosse como eles e representou um período de alta obscuridade no planeta, ceifando milhões de almas inocentes.

Batizado aos 12 anos na Igreja evangélica pentecostal o Brasil para Cristo, aluno de seminário evangélico, evangélico até hoje, discriminado por não ´participar da festa dos vendilhões de templos, discriminado por defender a igualdade entre os povos, por defender o amor e combater a guerra, e o militarismo, discriminado por viver como Jesus viveu, por não incentivar a extorsão e a manipulação, sei de minha relação com Deus e de minha consciência perante o Criador. Frequento um templo modesto, pequenino, onde oramos juntos, onde dividimos o pão, onde os irmãos se ajudam e ajudam a quem precisa, ali não falamos em política, nem os líderes manipulam o povo para seguir este ou aquele, pedem para o povo seguir Jesus e defendemos o mesmo amor a árabes e judeus, sem fazer incitações raciais e preconceituosas contra um ou outro. Assim viveu Jesus !!!

E se fosse Ciro que estivesse indo para o segundo turno, o que o blefão aí diria? Ciro, o Grande, foi rei da Pérsia entre 559 e 530 a.C. Como os evangélicos não sabem, a Pérsia é o atual Irá, liderado pelo aiatolá Ali Khamenei … seguem o islá. O Ciro na boca desses evangélicos estaria mais ralado que o próprio Haddad.

Detalhe: na nossa Igreja não vendemos bençãos, não cobramos dízimos e nem fizemos coletas. Todos trabalham e vivem do suor de seus rostos.

 

 

 

 

 

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Ex-mulher de Bolsonaro ataca a Folha e nega tudo

Ana Cristina, ex-mulher de Bolsonaro negou tudo e atacou o jornal.

Porém, o jornal Folha de São Paulo manteve a notícia, não se retratou, com base no fato de que o documento oficial do Itamaraty é verdadeiro e nele, Ana Cristina, teria declarado que estava ameaçada de morte, como justificativa para sair do país.

https://www.folha.uol.com.br/

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Anunciada entrevista do agressor de Bolsonaro e vem uma bomba que pode mudar, de novo, o rumo da eleição

Prováveis hipóteses em debate:

1 – O agressor agiu a mando do PT.

2 – O agressor agiu a mando do grupo do próprio Bolsonaro e vai revelar que tudo foi uma farsa.

3 – O agressor agiu do sozinho, essa é a versão da PF até agora.

Seja o que for, vem uma bomba pela frente no caminho da sucessão presidencial.

Aguardemos.

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Bolsonaro e o caso de sua ex-mulher

correio do povo

Um telegrama reservado, obtido pela Folha de S. Paulo conforme publicado nesta terça-feira, revela que a ex-mulher de Jair Bolsonaro, Ana Cristina Valle, afirmou ao Itamaraty ter sido ameaçada de morte pelo candidato à Presidência. Ela fez o relato ao justificar sua saída do Brasil. Na época, travava disputa judicial sobre a guarda do filho, então com 12 anos.

“A senhora Ana Cristina Siqueira Valle disse ter deixado o Brasil há dois anos ‘por ter sido ameaçada de morte’ pelo pai do menor. Aduziu ela que tal acusação poderia motivar pedido de asilo político neste país (Noruega)”, relata o comunicado. Segundo a Folha, a legitimidade do telegrama foi confirmada por duas fontes, além do embaixador na época, Carlos Henrique Cardim.

Nas eleições de 2018, Ana Cristina usa o sobrenome Bolsonaro em campanha e se candidatou a deputada federal pelo Podemos. Ela também apoiou oficialmente a candidatura do ex-marido considerando “superado” o episódio da Noruega.

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