Santiago/RS – 11/09/2014–18:59: A escravidão espiritual e a batalha por luzes no império das trevas santiaguenses. As trevas querem me matar, será que conseguirão?

Dentre os sebos que frequento e compro alguns livros, em Porto Alegre, tenho um, em especial, onde encontro muita literatura rara. O proprietário é judeu, temos uma certa amizade, trocamos algumas idéias sobre Cabala, sociedade secretas, seitas, iluminattis, maçons…
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Nesse domingo tive que tomar a mais dura decisão de minha vida. Iliminar para sempre, 6 pessoas de minha vida. Não se trata de morte física, mas de desistência espiritual e rupturas de existências. Chegou a hora e conclui que não é mais possível tolerar o que estavam fazendo. Revesti minha filha com a couraça de David e vou mudar totalmente minha posição a partir dessa noite. A batalha começa amanhã e estou disposto a tudo. Mesmo que isso implique na minha morte física.
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Quando eu presidi a comissão estadual de ética do Partido Socialista Brasileiro, em 1988, conheci o médico psiquiatra judeu Leonardo Grabois. Por alguma razão, ele tornou-se meu amigo, parceiro de viagens e confidente. Grabois era sobrinho do líder Maurício Grabois, da Guerrilha do Araguaia e quando inciamos nossa amizade, fazia pouco tempo que ele tinha voltado de Israel.
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Grabois gostava de perambular pelo Vale dos Sinos, Paranhana e região metropolitana. Ademais, gostava de sentar nos bares operários de Campo Bom, Sapiranga e analisar os hábitos e costumes, desde a música à comida.
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Foi Grabois quem levou-me nesse sebo pela primeira vez e mentiu para o nosso amigo proprietário que eu era iniciado; nessa ocasião, comprou dois livros de Papus, tratado de ciência oculta elementar, volumes I e II e presenteou-me, apesar de minha resistência em estudar tais literaturas.
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Na ocasião, descobri que os livros de Papus integravam uma coleção da revista planeta. Apenas guardei-os pelo carinho do amigo. Passados uns anos, num outro sebo, na João Pessoa, em Porto Alegre, por acaso, encontro um outro exemplar da mesma coleção, Paracelso, “A chave da Alquimia”. Comprei o livro e guardei.
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Com o passar dos anos, mais velho, mais maduro, lendo Paracelso e Papus, senti um relativo desejo de comprar toda a coleção, pois nela havia algum significado fora da simples concepção de compra e venda de livros.
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Em março de 2010, no velho sebo onde se respira judaísmo, deixei meu cartão e a pedi ao amigo proprietário se algum dia ele tivesse tal coleção, que me ligasse, que a compraria.
Quase quatro anos depois, em janeiro desse ano, ele ligou-me. Contou-me que estava com muitos livros de uma biblioteca particular de um velho iniciado, porém, de origem russa, não era judeu. Foi desse falecido que caiu em suas mãos os 20 volumes da coleção planeta. Ofereceu-me tudo. Achei caro o valor pedido, mas pensei na Nina e decidi fazer o depósito; o fiz nos últimos dias de fevereiro.
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Sexta-feira recebi o pacote. Os livros são bem conservados. Mas – finalmente – reuni KRISHNAMURTI, PARACELSO, ALLAN KARDEC, NOSTRADAMUS, BLAVATSKY, ROSO DE LUNA, BORREL, PAPUS, FIGANÍERE, MOLINERO, GUAITA, KOSMINSKY, LEPRINCE/FOUGUÉ, NICOLAS FLAMEL, SHIMON HALEVI, AUROBINDO e IDRIES SHAH.
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Aproveitei a noite de sábado para ler o até então desconhecido Idries Shah, na verdade, autor de 2 volumes, o primeiro deles intitulado “Magia Oriental” e o segundo “Ritos Mágicos e Ocultos”. Confesso que são teses intrigantes.
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Durante muitos anos dediquei-me apenas a ler clássicos; vivi muito sociologia, filosofia e psicanálise (embora a anti-psiquatria tenha me seduzido ao extremo). Assim, nunca fui além de Freud. Entretanto, voltei muitos anos no tempo. Num grupo de estudos freudianos que tínhamos me São Leopoldo, nos idos de 86/87/88…debochávamos de Jung, justamente pela crítica que o apresentava como místico, ligado às ciências ocultas…Curiosa minha volta, alguns diriam: curioso corte epistemológico, mas a verdade é que iniciei uma transição de Freud para Jung, um fato que jamais teria admitido anos atrás. Imaginem eu com uma biblioteca de ocultismo em casa? Mas é, aconteceu, são tantas coisas mágicas acontecendo em minha vida, minha filhinha e tantas questões sem respostas, que estou abrindo-me a novas literaturas, a novos entendimentos, a novas buscas.
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Como o ser humano é complexo. Transitei do cristianismo para o marxismo, desse para a psicanálise e identifico-me, agora, numa outra transição, de volta a Cabala judaica e lendo ciências ocultas. Talvez eu nunca tenho abandonado a Cabala, não sei exatamente, apenas notei que com o nascimento da Nina voltei a refletir sobre suas bases teóricas e pressupostos metodológicos, pela base, transmissão de valores e plano ético diante da vida. Até entre os bandidos é preciso ética, não sem razão a máfia faz escola com seu ethos. Aqui em Santiago os bandidos são tão medíocres que não conseguem nem ter uma ética de mínima, que é a ética de cumprirem os acordos e manterem a palavra empenhada. Fora disso, são esgotos correndo a céu aberto com a exposição pública da charneca, por onde correm fezes, urinas, cuspes e catarros, sangue e até fetos.
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Durante muitos anos acreditei que o Arqueômetro de Saint-Yves d’Alveydre contivesse mesmo todas as chaves das nossas religiões. Cheguei inclusive a aceitar um apêndice de apoio literário de Yves-Fred Boisset, que foi a agradável leitura do seu livro “Saint-Yves d`Alveydre: A Sinarquia, o Arqueômetro – As chaves do Oriente”. Contudo, na minha cabeça, no meu cérebro, esse livro de Boisset provocou um efeito contrário, pois muitas coisas foram desconstruídas. E depois…não consegui juntar os cacos, os fragmentos dispersos de informações que se apresentavam concatenadas, de alguma forma, em harmonia na minha mente.
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Essa desconstrução foi horrível por um lado, mas de outro foi muito libertador. Durante anos parei de tentar entender tais sistemas por dentro e prendi-me mais na análise discursiva aparente. Agora, de alguma forma, estou voltando, ou dando voltas em torno de teorias, porém sempre sozinho, sem pessoas para encetar reflexões. Num terrível acaso, descobri que Steiner era discípulo de Goethe e suas teorias evolucionistas e foi quando rasguei tudo que sabia sobre antropologia num terrível nó existencial. No curso de ciências sociais, eu estudei muito, aprendi muito e pude dissecar bem o pensamento dos padres jesuítas sobre antropologia. Mas foi no marxismo que encontrei respostas bem mais sedimentadas. Apenas fiz uma junção de ambas as visões. Meu primeiro professor de Antropologia, cujo livro mantenho em minha biblioteca, era um padre que renunciou à batina, casou e morreu enfiado embaixo de um caminhão junto com suas filhinhas.
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Por tudo, tenho me cuidado muito, estou perto de chegar a algumas conclusões sobre o ocultismo como uma transição de mundo superiores, mas vou indo, talvez eu morra antes, não sei. Quando a Nina fica longe de mim, sobra-me muito tempo, abandono o Direito e finco-me nessas leituras que levam-me a análises complexas. Agora, estou feliz com os livros que recebi nessa semana. Apenas escrevo em busca de compreensão e quiça de algum iniciado sincero disposto a tais reflexões. E que não seja desse grupo macabro local que não me suporta e que passa tentando me matar. Só eu sei como recebo suas energias. Eles passam tentando, mas não será fácil. Mal entendem que o ódio deles contra mim e a acaba se voltando contra eles próprios. Acabam sofrendo sem entender a razão da escravidão espiritual de que são vítimas. Eu conheço suas armas e seus dardos de Pirro. Há muitos anos li e compreendi Maquiavel e Sun Tzu. Sei que atingiram a Eliziane, destruíram minha casa, mas continuo em pé, e vou resistir em defesa de minha filha de nossa tradição. No sangue dela corre minha genética e isso os descontrola. Eu sei como as trevas agem e pensam. Minha filha está protegida e se investirem contra ela, muita coisa oculta vai rolar.

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Aplicativo para iOS “espiona” uso do WhatsApp pelos usuários — Por Felipe Demartini | 29 de Março de 2018 às 12h31

“A resposta para a antiga pergunta: com quem você estava conversando às três da manhã?”. É essa a promessa que aparece logo no topo do site oficial do Chatwatch, um aplicativo capaz de “espionar” a utilização do WhatsApp e criar gráficos de monitoramento de utilização da plataforma, indicando os períodos de maior atividade.

A palavra aparece entre aspas pois, apesar de seu uso um tanto peculiar, o Chatwatch utiliza dados públicos disponibilizados pelo próprio WhatsApp. Sua utilização, claro, está fora dos termos de uso da plataforma, mas isso não impede que ele avalie o status online dos contatos e observe sempre que um deles está disponível para conversar, uma informação que, inclusive, pode ser visualizada por qualquer usuário do mensageiro, somente não da maneira disposta aqui.

Com base nisso, o software não apenas é capaz de criar gráficos de atividade, exibindo os momentos de disponibilidade ou não, mas também usar isso para inferir quando duas pessoas estão conversando entre si. Isso também é feito por meio de métricas de acesso, mais uma vez, disponibilizadas publicamente e com gráficos gerados por comparação.

Essa indicação é feita, por exemplo, quando os períodos de inatividade coincidem à noite — há um grande surto de utilização por ambos e, na sequência, silêncio, o que indica que aquela foi a última conversa antes dos dois irem dormir. Ou, então, a presença em grupos semelhantes, com atividades constantes de muita gente ao mesmo tempo.

Para gerar esses gráficos, o Chatwatch exige 24 horas de análise e coleta. Na sequência, continua sendo atualizado de forma constante, indicando, dia após dia, os gráficos de utilização e os períodos de maior ou menor atividade no aplicativo. Tudo gratuito e invasivo, apesar de, como dito, os dados estarem disponíveis publicamente.

De acordo com os responsáveis pelo aplicativo, a análise pode ser feita, inclusive, com os usuários que desabilitaram essa opção no WhatsApp. Isso se deve ao fato de que o bloqueio acontece apenas para os outros utilizadores – enquanto ninguém consegue ver a pessoa online ou quando ela esteve conectada pela última vez, os servidores do mensageiro continuam coletando e armazenando essas informações.

O software é gratuito e, por enquanto, está disponível apenas para iOS. Como as informações usadas pelo aplicativo são livres, há pouco que o WhatsApp possa fazer para impedir esse tipo de utilização dos dados de seus utilizadores.

Fonte: ChatWatch

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Pena

A maior pena que eu tenho, punhal de prata, não é de me ver morrendo, mas de saber quem me mata.

Cecília Meireles

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A pedido

A pedido das autoridades, para não prejudicar o curso das investigações, retiro, provisoriamente, a postagem dos agrotóxicos.

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Quando os fortes são derrotados e não conseguem entender os motivos da derrota

Divido este vídeo com meus leitores e amigos. É um raro filme. Raro mesmo. Mais que assisti-lo, precisamos extrair lições. As tropas americanas com sua alta elite para missões, com todo o incremento tecnológico bélico, vão para uma operação na miserável Somália. E o que era para ser uma bem sucedida operação militar, aos poucos vai se tornando num pesadelo para as tropas encurraladas e para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Assistam, este é meu apelo.

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Tempos de civilidade … bons tempos +++ tempos passados …

Tarso Genro, governador do Estado, PT, chora abraçado na mãe do saudoso Chicão, deputado do PP, recentemente falecido num acidente de carro. Exemplo de civilidade, humanismo e bondade nos corações.

 

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No momento de ódio que vivemos hoje, vale a pena relembrar um momento de dor e exemplo de civilidade e fidalguia.

No velório do nosso saudoso Chicão, PP, o governador do Estado, Tarso Genro, PT, vem a Santiago, solidariza-se com a família enlutada. Na foto, ele abraça a mãe de Chicão.

Eu sei que esse ódio hoje disseminado no país, se não for contido, nos levará a um confronto fratricida. Irmãos e filhos de uma mesma Pátria, acabarão se matando pela ausência de maturidade, pela ignorância e pela estupidez.

A ignorância grassa ao quererem, pela força, impedir uma pessoa de falar. Mais que isso, as agressões contra pessoas, relhadas, pedradas … isso é civilidade ou barbárie?

É evidente a truculência. Lula está atuando rigorosamente dentro das leis e do Estado democrático de Direito de uma democracia constitucional. Quem não é Lula, não se tornará petista, só por ouvi-lo. Isso é dar a ele uma condição messiânica que ele não tem.

O pessoal do agronegócio que patrocinou esses momentos obscuros de nossa história, perdeu completamente o bom senso. Passaram a agir como os integrantes do MST, a quem eles tanto combatiam. Segundo, dão um atestado de estupidez e insipiência, pois o direito de ir e vir, em território nacional, é constitucional. Terceiro, ao invés de convencerem a sociedade com argumentos, com a lógica dialética, com teses, querem simplesmente impor sua vontade pela força. Será que são tão estúpidos a ponto de pensarem que convencem à força?

É visível que o ódio está disseminado pelo país.

A omissão das autoridades também é visível. Os filmes rolam pelas redes sociais. O Estado está anômico, tudo indica que partiremos para a violência reativa.

A senadora Ana Amélia e o Deputado Heinze, deram um triste exemplo ao país em suas manifestações incitando a violência e dando aval a atos agressivos. Onde querem chegar? Daqui uns dias, estaremos todos marchando em torno de caixões. O banho de sangue é visível e é lamentável a omissão de quem percebe isso, e cala-se. Uns por medo, outros porque são de má índole mesmo.

O juiz Sérgio Moro e os vislumbrados procuradores da lava-jata parece que descobriram a roda. Política nobre e limpa não existe. Existem raríssimas exceções, mas sempre houve roubo em política, parece que só agora descobriram. Existem coisas que a gente sabe, mas não pode falar. Existe um mundo real e um mundo paralelo. Todos os candidatos trabalham com caixa 2, com duas contabilidades, uma, oficial, onde todos fingem que cumprem as regras e, outra, onde vale tudo. Isso é assim em qualquer cidade do Brasil.

De um lado, o poder judiciário demonizou Lula. De outro, santificaram o outro espectro ideológico do país. A justiça vale segundo as ideologias de cada um.

Lula também errou ao dizer que podem reagir. Eu também acho que se pode reagir, mas não se fala. Em Passo Fundo, bastaria jogar coquetéis molotov nas máquinas que trancavam as estradas, era o direito a violência reativa. ainda bem que nada foi posto em prática. (eu sempre friso que não escrevo sobre tudo o que sei).

Eu sei de propriedades onde já estão armados com fuzis privativos das forças militares. No fundo, todos estão armados. É só um destrambelhado perder o controle e dar o primeiro tiro, que estará armado o banho sangue e o país jogado numa guerra civil, pois haverão matanças mútuas e sem sentido.

Só quem acredita em coelhinho da Páscoa é que ignora que o sul está tão armado quanto os traficantes do Rio.

O problema todo é que o país está à deriva. Todos perderem o bom senso, o humanismo e a racionalidade. Até os evangélicos estão ensandecidos, defendendo pena de morte, apoiando candidato que apóia a tortura e o fuzilamento dos pobres em favelas.

Nunca se viu tanto preconceito em escala crescente. Há satanização até dos negros, enquanto os ricos compram sêmen de laboratório dos EUA para terem filhos brancos com olhos azuis. O que é isso senão a emergência evidente do nazismo, com a defesa da supremacia da raça branca?

A questão é muito mais séria do que se pensa. Poucos cientistas sociais estão neutros ou tendo a ponderação arbitral de um magistrado MAGISTRADO, não juiz fazendo política partidária e disseminando ódio.

Sinceramente, sou pessimista. Não vejo que a violência seja o melhor canal de expressão de idéias políticas. E nem vejo que se solucionem conflitos com base na força. O exemplo mais visível está no Rio de Janeiro. Há quanto tempo as FFAA estão por lá e quem não viu – nas TVs e redes sociais – o banho de sangue dos últimos quatro dias? Com mortos dos dois lados, famílias chorando, todo o Estado praticamente enlutado.

O ideal, já que eu tenho tantos amigos do lado de Bolsonaro, é fazer a política do convencimento do eleitor com o debate de idéias e a produção de argumentos. Bolsonaro já provou que tem poder de convencimento, então que deixemos ele livremente expor suas idéias. Eu não concordo as idéias dele, mas defendo o direito dele defender o que ele pensa.

Se a sociedade, no livre convencimento, entender que ele é o melhor para o país, que seja eleito e seja nosso Presidente. Agora, se onde ele for passar o MST começar a bloquear estradas, ameaçar pessoas, jogar pedras nos carros de seu pessoal, onde vamos parar? Eu mesmo respondo: os dois lados carregando caixões.

O mesmo raciocínio vale para Lula, para o ponderadíssimo Álvaro Dias, para Alkimin, para Marina Silva … não adianta esta briga irracional. O eleitor vai decidir quem ele entender que melhor lhe representa. E pronto.

Por fim, compreendamos que a política é a besta e que ali não existem anjos. Então, o melhor a fazer é uma reflexão no sentido do amadurecimento. Se Lula registrar sua candidatura, é dentro da legalidade. Se não puder, também será dento da legalidade e o PT terá outro nome. Adianta de alguma coisa esta exposição vexaminosa do Rio Grande do Sul? As imagens correm o mundo na velocidade da telemática. Gaúcho dando em mulher de relho, gaúcho jogando pedras em ônibus de quem não pensa como ele, gaúcho bloqueando rodovias e impedindo o direito de passagem das pessoas … e pior que isso, é a omissão governamental em segurar a ordem e respeito mútuos. O Estado coercitivo está tão ausente quanto o Estado-juiz.

Mesmo que esteja tudo precário, como de fato está, não será com violência que encontraremos uma saída.

Um pacto nacional é urgente, segurando os ânimos, deixando fluir os debates, deixando os eleitores livres para escolherem.

É uma vergonha o que rola na imprensa mundial sobre nosso Estado, inclusive com pesadas críticas a ausência de segurança e a omissão das autoridades, que tem o dever de munir-se pelo setor de inteligência, prever as zonas de conflitos, realocar as forças repressivas proporcionais aos pontos de iminentes conflitos.

Bom senso, ponderação, equilíbrio são as bases dos pilares de sustentação de uma sociedade democrática, assentada no espírito da ética cristã, na fraternidade entre os membros de uma mesma pátria, aliás, filhos do mesmo solo.

O contrário, a barbárie.

(ESCRITO DIRETO E SEM REVISÃO)

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Ministro do STF ataca procuradores da República

Do Conjur:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, teceu duras críticas à forma com que o Ministério Público vem negociando delações premiadas. Especialmente na operação “lava jato”, diz o ministro, os procuradores vêm usando de métodos questionáveis em sua “estratégia de persuasão” para transformar investigados em delatores.

Durante sessão da 2ª turma do STF na terça-feira (20/3) que trancou o inquérito contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o ministro classificou como severo e preocupante o desempenho de procuradores.

O inquérito contra o governador foi instaurado em março de 2016 para apurar delitos de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral, com base nas declarações do ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Sousa, delator. Na delação, o colaborador apresentou uma nota que seria a prova de que recursos teriam sido repassados à campanha de Beto Richa.

“Vamos ter de rediscutir, talvez, no âmbito do tribunal a investigação feita pelo MP. Parece que, pelas notícias que correm, que os promotores se entusiasmaram em demasia com aquilo que se chama ‘investigação à brasileira’”, disse Gilmar.

A investigação pelo MP sem a polícia foi declarada constitucional pelo Supremo em 2015. O ministro Gilmar foi o relator e autor do voto vencedor, responsável pela tese que definiu a questão no Plenário. Agora, ele considera que as práticas do MP demonstraram que procuradores vêm abusando desse novo poder.

De acordo com o ministro, advogados levaram a ele relatos de que procuradores do Rio de Janeiro teriam ameaçado o empresário Eike Batista de ser estuprado no presídio e de ser filmado nessas condições. “Quer dizer, se isto é minimamente verdade, é algo que repugna, repudia. A que ponto se pode chegar?”, disse.

Antes, Gilmar falou do ex-procurador da República Marcelo Miller, que negociou o acordo de leniência da JBS, e o chamou de “Massaranduba-Miller”. Hoje advogado, o ex-procurador era conhecido por ser irredutível e rigoroso nas negociações. Massaranduba era o nome de um personagem do Casseta e Planeta que “se fingia de macho só para rolar com outro macho no chão”, segundo TV Globo. Miller deixou o Ministério Público Federal para negociar o acordo de leniência do Grupo J&F, dono da JBS.

“Este personagem de triste memória no MP e que fazia investigações —vamos chamar assim — atípicas, fazendo ameaças. ‘Não se comporte como uma moça virgem, querendo mostrar apenas os seios, tem que mostrar a vagina.’ Era essa a linguagem delicada que Miller usava nas suas investigações”, narrou Gilmar, que diz ainda que o MP “produziu gente” como o ex-procurador. (…)

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GUERRA NO SUBMUNDO: MBL Acusa Globo e Veja de Fazerem Fake News ; Por Redação Click Política

O que começou com uma troca de farpas, agora já é uma guerra aberta entre as várias correntes que apoiaram o golpe. Após ter sua atuação criminosa e difamatória nas redes sociais exposta por reportagens deste fim de semana, o MBL (Movimento Brasil Livre) partiu para o ataque contra a Globo e a Veja.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Kim Kataguiri, um dos líderes do movimento, acusa o grupo Globo e a revista Veja de serem, elas próprias, difusoras de fake news.

O MBL diz ainda que a Veja vende suas capas a políticos do PSDB e que ataca o grupo de extrema-direita por esse apoiar candidaturas opostas ao tucano Geraldo Alckmin.

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Nova derrota do juiz Sérgio Moro. A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele tenha acesso a provas de um processo sob responsabilidade do juiz Sergio Moro

Do Globo:

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele tenha acesso a provas de um processo sob responsabilidade do juiz Sergio Moro que trata de supostas irregularidades na campanha do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em 2013. O marqueteiro João Santana teria trabalhado para ele após um pedido de Lula. Com isso, foi revertida decisão do relator, ministro Edson Fachin, que havia negado a solicitação da defesa.

O julgamento foi virtual, ou seja, os ministros não chegaram a se reunir, inserindo seus votos no sistema informatizado do STF. Apenas o ministro Gilmar Mendes acompanhou Fachin. Os outros três integrantes da Segunda Turma deram razão à defesa do ex-presidente, “ressalvadas apenas e tão somente as diligências em curso”, conforme sugestão do ministro Dias Toffoli. Concordaram com ele Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

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