Aliança em Santiago e os desdobramentos possíveis do pleito municipal

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Recebi o material de imprensa do pessoal ligado ao Aliança pelo Brasil, novo partido do Presidente Bolsonaro, que fará “ação de apoiamento”, na praça central, da 9 horas até as 17 horas, dessa sexta-feira.

A política santiaguense está a mil, ninguém para nem nas férias. Candidatos e partidos em constante movimentação.

Será um pleito muito movimentado e – com certeza – grandes e qualificados debates.

Haverá uma polarização dos favoráveis e contra o presidente Bolsonaro. Da mesma forma, com relação ao governo do Estado, Eduardo Leite.

Com relação ao governo federal, PDT e PT trabalharão em cima da votação de Haddad, 35% dos votos de Santiago. Se houver composição das duas siglas, tornam-se potencialmente fortes.

Embora majoritário, os eleitores de Bolsonaro – na eleição municipal – ficarão divididos. O PP, segue sua linha própria. Bianchini, do PL, entra no mesmo espólio e ainda poderá haver ou não, uma outra candidatura ligada ao PMDB ou PSDB.

A divisão no espectro direita e centro direita, poderá favorecer Paulo Rosado, do PDT, que anda pela esquerda e em faixa própria. É certo que Bianchini avança numa fatia dos eleitores do PP, como já ficou evidenciado na eleição passada.

A outra hipótese, sem matemática e sem mecanicismos, é a possibilidade de uma fatia do eleitorado de oposição também migrar para Bianchini, embolando a sucessão.

O PP ficará na fatia de votos obtidos pelo ex-prefeito Júlio Ruivo na eleição passada. Nunca a oposição teve chances tão reais e concretas de vencer a eleição.

O governo Tiago Lacerda é um governo de muito factóide e pouca ação concreta, pois nem a promessa das 60 casas populares/ano conseguiu cumprir, o que demonstra pouquíssimo fôlego. E nem estamos falando nas promessas de fábricas de rações da China e outras promessas, que poderiam – eventualmente – mexer na matriz econômico/produtiva. O município está endividado e em potente débito com o FAPS, Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor. Curioso, é que ninguém toca nesse assunto, nem sindicato, nem imprensa , nem oposição. Poderia ser diferente?

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