Toffoli derrubou decisão de Marco Aurélio Mello que poderia libertar Lula

André Richter
Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, suspendeu  a decisão do ministro Marco Aurélio que determinou a soltura de todos os presos que tiveram a condenação confirmada pela segunda instância da Justiça.

O ministro atendeu a um pedido de suspensão liminar feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Com a decisão, a liminar (decisão provisória) de Toffoli terá validade até o dia 10 de abril de 2019, quando o plenário do STF deve julgar novamente a questão da validade da prisão após o fim dos recursos na segunda instância.

O julgamento foi marcado antes da decisão de hoje (19) do ministro Marco Aurélio.

Ao justificar a suspensão da decisão, Toffoli disse que Marco Aurélio contrariou “decisão soberana” do plenário que, em 2016, autorizou a prisão após segunda instância. “A decisão já tomada pela maioria dos membros da Corte deve ser prestigiada pela presidência”, decidiu Toffoli.

O entendimento atual do Supremo permite a prisão após condenação em segunda instância, mesmo que ainda seja possível recorrer a instâncias superiores. Essa compreensão foi estabelecida em 2016 de modo provisório, com apertado placar de 6 a 5. Na ocasião, foi modificada jurisprudência que vinha sendo adotada desde 2009.

O assunto voltará ao plenário da Corte, em 2019, quando os ministros irá analisar o mérito da questão.

 

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MARCO AURÉLIO MANDA SOLTAR TODOS OS PRESOS APÓS CONDENAÇÃO DE 2ª INSTÂNCIA, INCLUSIVE LULA

Brasil 247

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta terça-feira (18) a soltura de todos os presos que estão detidos em razão de condenações após a segunda instância da Justiça; liminar atendeu a pedido do PCdoB e atinge, inclusive, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem recursos pendentes nos tribunais superiores e poderá ser solto  imediatamente.

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Nota do blog:

A decisão  deve ser cumprida imediatamente. Só uma turma do STF ou o plenário podem reverter a decisão monocrática. Como o recesso forense começa amanhã, a possibilidade de o STF reunir-se, extraordinariamente, é remota. E o assunto estava pautado para 2019.

A PGR chamou reunião de emergência.

 

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A emergência de uma nova ordem mundial (dentro da própria nova ordem) e a pauta pontualizada de desenhos e redesenhos geopolíticos

Estamos entrando o ano de 2019 com uma pauta totalmente atípica. Nunca tivemos uma conjuntura semelhante. Nunca. Basta ler os jornais da Europa, dos EEUU, da Al Jazira, A Voz da Rússia. as fontes de Israel … e facilmente se constata um novo cenário mundial e uma pauta tão estranha quanto complexa.

Infelizmente, nossos analistas não enxergam além do nariz e passa sem maiores observações a emergência de um cenário novo,

Este cenário envolve múltiplos elos de uma complexo cadeia, a saber:

1  – A invasão dos imigrantes da Àfrica que avançam sobre os países da Europa, gerando conflitos religiosos, étnicos e de mão-de-obra. Associado a tudo isso, conflitos iminentes, tanto sociais, quanto econômicos e religiosos.

2 – A grande crise humanitária que assola a América Central, que ganhou visibilidade mundial com a marcha de imigrantes sobre os EEUU, antes restrito a mexicanos.

3 – O alinhamento da China, India, países árabes, com a Rússia. sob a liderança de Putin, gerando conflitos setorizados, no nosso caso, com a Venezuela.

4 – Emergência do fundamentalismo messiânico em Israel, com o nascimento do bezerro vermelho, construção do terceiro templo, e o anúncio da vinda de um messias, que seria um rei para instituir um suposto governo global. Nesse contexto, insere-se a transferência da capital de Israel para Jerusalém, apoiada por Trump e Bolsonaro.

5 – Surgimento de governos de direita e o alinhamento de Trump e Bolsonaro com as teses messiânicas de Israel. Quase uma confusão global, pois os evangélicos que estão com Bolsonaro reconhecem Jesus como o messias e repudiam a vinda de um novo messias, defendida em Israel, ligado ao moesismo. Os evangélicos do Brasil, confusos e sem compreenderem bem o rechaço judeu a Jesus Cristo, mal entendem em que direção caminha o governo Bolsonaro, formado por maçons, católicos e evangélicos e maçons católicos/evangélicos, ambos com interesses comuns e contraditoriamente excludentes entre si.

6 – Emergência de um fundamentalismo religioso no Brasil, altamente contraditório, De um lado, nossos evangélicos são alinhados com Jesus Cristo, a quem os cristãos consideram o messias. De outro lado, os judeus surgem anunciando um novo messias e negando Jesus Cristo como messias.  Na realidade, uma confusão sem precedentes, inclusive no staff do presidente eleito Jair Bolsonaro.

7 – Volta da defesa do Estado nacional, com Trump e Bolsonaro se opondo a nova ordem econômica mundial e defendendo a quarta revolução industrial. Com este fenõmeno, ressurge o cenário de guerra-fria, belicismo mundial ganham fôlego e ressurgem os nacionalismos.

8 – Redefinições de parcerias comerciais mundiais. No Brasil, o governo Bolsonaro surge hostilizando países governados pela esquerda, basta ver a confusão no convite para a posse dos governos de Cuba e Venezuela e manutenção dos convite a Nicarágua e Bolívia. Ruídos nas relações com a China e países árabes, nossos grandes parceiros comerciais. Submissão do Brasil ao governo de Trump.

9 – Iminência – vivamente admitida por analistas internacionais – da terceira guerra mundial.

10 – Dissolução iminente da União Europeia e da concepção de blocos econômicos, inclusive do Nafta e do Mercosul. Isso implica numa redefinição da então ordem mundial surgida na esteira da dissolução da URSS, queda do muro de Berlim. Ordem esta surgida a partir de 89/90 com a formação de blocos econômicos, moeda única por bloco, eurodólar é um exemplo, fim das barreiras alfandegárias e livre comércio entre os povos; o primeiro ruído dessa concepção veio com a Grécia, crise em Portugal e Irlanda, agora reforçada pela intenção da Inglaterra e corporificada pelo discurso nacionalista de Trump.

10.1 – È o surgimento de uma nova ordem dentro da nova ordem do início dos anos 90.

10.2 – A pauta da nova ordem mundial atual é moderna tecnologicamente e conservadora nos costumes.

11 – Volta do protagonismo da França, com Macron representando a narrativa da nova ordem mundial e envolto em conflitos internos, num mergulho contraditório sem precedentes.

12 – Avanços sem precedentes na robótica, telemática/cibernética e pauta de uma revolução comercial, que seria a quarta, bem como industrial, cenário de uma crise de emprego nunca vista em cadeia global.

13 – Ressurgimento de teses eugênicas e conflitos inter-étnicos.

14 – Volta das guerras regionais religiosas. Ampliação dos fundamentalismos: judeu, cristão e islâmico.

Com todos estes elementos novos jogados na conjuntura mundial, impossível não refletirmos acerca tudo o que se apresenta, especialmente da realidade admitida de um cenário de guerra fria e até de uma terceira guerra mundial.

Reflitamos, pois.

 

 

 

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Marcelo Brum é o Presidente do PSL de Santiago

Carmem Flores e Marcelo Brum..

Marcelo Brum, do PSL, Deputado Federal diplomado, será o presidente do partido em Santiago.

A direção do Partido bateu o martelo e emitiu a certidão de registro no TRE sob nº 194274067545.

O santiaguense obteve esta importante vitória contra um grupo local que disputado o controle da sigla.

Rosani de Oliveira, da RBS, recebe Marcelo Brum em almoço. Marcelo com a jornalista e seus colegas deputados federais.

Marcelo foi convidado pela alta direção do grupo RBS e a Jornalista Rosani Oliveira para um almoço ao lado dos deputados Bibo e Irigaray.

Atualmente, está formando sua assessoria parlamentar, que será anunciada nos próximos dias.

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Piauí, onde mulheres estão mudando de time por falta de homens heteros

Blog – Leia Parnaíba

Aqui a fartura de mulher não é problema. São 13 mulheres para 1 homem. Mas a escassez está fazendo cada vez mais garotas pular de time; elas estão namorando entre elas.

Em uma rápida pesquisa feita pela Universidade de Teresina pode-se constatar que cada vez mais garotas estão optando por se relacionar com garotas.

Além do motivo da falta de homem no mercado, elas também falam que encontram nas parceiras a sensibilidade que não encontram nos homens.

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Sistema S

Bolsonaro e Paulo Guedes anunciam que vão meter a mão no sistema S.

Em Santiago, o SEBRAE é altamente ligado a bolsonaristas.

O prefeito Tiago Lacerda é um dos ligadíssimos ao SEBRAE.

Não entendo porque meterem a mão num aparelho de aliados.

Sei pouco pelo SEBRAE, mas sei que paga-se bem por palestras e cursos.

Vamos aguardar para ver o que surge do novo governo e as revelações acerca do custo das palestras.

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Triste caos

A crise que afeta nossa região não tem precedentes. Salvo o setor de agricultura, todos se ressentem da crise. O cruel foi que ela atingiu em cheio nossa URI.

E é claro e evidente que tal crise não tem a ver com gestão. È uma crise estrutural ampla cujos reflexos atingiram os alunos e suas famílias.

Contudo, sendo a URI uma universidade comunitária, a discussão e o debate deveria ser público, aberto, até em busca de soluções. O fechamento, nesse momento, conspira contra a própria instituição.

A atual gestão está sendo heróica, enxugando a folha, demitindo gente, cortando horas e benefícios. Ademais, existe um esforço redobrado na busca e captação de alunos. Nesse contexto, insere-se a proposta de abertura do curso de veterinária.

Se um lado é verdade que o debate público pode afugentar clientes/alunos, por outro, as notas que correm nas redes sociais, dando conta de listas de enxugamento e demissões, retratam uma cruel realidade, especialmente para a época.

A crise do ensino superior começou muitos anos atrás. A nossa URI foi atingida pela massificação dos cursos EADs, sendo que só agora a direção reconheceu e entrou para esta modalidade de ensino. Somou-se a política do expansão do ensino superior especialmente nos governos Lula e Dilma e conspira, agora, as dificuldades de acesso ao créditos educativos. Tudo isso somado, resultou numa crise que afeta a URI e praticamente todas as instituições congêneres no país. Aliás, a crise da educação superior anda junto com a crise da saúde.

Creio, honestamente, que era necessário abrir um debate, pois as perspectivas com o governo Bolsonaro não são boas, até pela visão de investir no ensino infantil e nas primeira séries do ensino fundamental.

Pior será a surpresa.

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