Começa e termina

Desejo um bom final de semana a todos os nossos amigos e amigas. A semana encerra e começa sob o impacto da retirada da candidatura Heinze, o que, pessoalmente, um erro. Erro, jogar o capital político do PP fora, sem protagonismo e sempre a reboque. Heinze estava certo. Ocuparia um espaço de ouro.

Todas as atenções e nossas torcidas se voltam para o julgamento de Lula, dia 24, no TRF4. Embora sem provas e com uma grande confusão, sempre sobra uma ponta de esperança … ou ilusão, pela absolvição de Lula. Mas, que, afinal, será candidato em qualquer hipótese e Presidente do Brasil…

Minha filhinha amanda, me envia mais um vídeo … sobre seus poneiszinhos de brinquedos. É uma aprendiz de repórter.

 

 

 

Reitor e ideólogo da ULBRA condenado a 7 anos de prisão

Rubem Becker, que foi reitor da ULBRA e o grande arquiteto da obra, foi condenado a 5 anos de prisão. A sentença partiu da 7ª VARA DA JUSTIÇA FEDERAL DE PORTO ALEGRE.  A filha do reitor, Ana Lúcia, também foi condenada.

O EX-REITOR TAMBÉM PODERÁ ser condenado por lavagem de dinheiro, devido aos convênios firmados entre a ULBRA e a Prefeitura de Canoas. A prefeitura mantinha diversos convênios com a ULBRA e tais foram considerados ilegais pelo Ministério Público e o reitor denunciado por lavagem de dinheiro.

 

 

 

 

Homens só se tornam maduros aos 54 anos, aponta Pesquisa

A vida começa aos 54 anos para homens. O número bastante preciso foi apontado por uma pesquisa como a idade em que eles finalmente crescem e começam a aproveitar a vida como “adultos de verdade”. O estudo com 1000 homens descobriu que esta era a idade em que eles se sentiam “resolvidos e seguros”, segundo o jornal “Telegraph”.

Ele sugere que os homens levam mais tempo do que as gerações passadas para atingir este estágio, principalmente devido às pressões financeiras e à paternidade adiada. Hoje, dois terços dos bebês nascem de pais com mais de 30 anos, com a média de 32 anos para o primeiro filho nos EUA.

A pesquisa sugere que os homens de 54 anos de idade, como Simon Cowell, Hugh Laurie e Kevin Spacey estão apenas no início de sua vida bem resolvida. Realizado pelo Centro Crown Clinic, em Manchester, o estudo mostra que aos 40, os homens ainda não deixaram para trás suas inseguranças juvenis.

A pesquisa revelou inseguranças que não deixam o homem amadurecer mais jovem, incluindo imperfeições físicas, problemas com dinheiro e solidão. Eles citaram medos como o de não conseguir adquirir a primeira casa, perder o cabelo e estar desempregado. O processo de envelhecimento também apareceu com força, além de ter que lidar cabelos grisalhos, queixo duplo e mamas.

– Estamos vivendo muito mais e, com os custos de vida aumentando e a paternidade sendo adiada, homens inevitavelmente levam mais tempo para se sentirem resolvidos – comentou Asim Shahmalak, da Crown Clinic (O segredo.com).

Rádio Gaúcha anuncia que Heinze está retirando sua candidatura

Notícia bomba da Rádio Gaúcha dá ciência do Estado que surgiram mais dois candidatos a disputarem a convenção com Heinze, Antônio Week de Novo Hamburgo e o Prefeito de Bento Gonçalvez Guilherme Pazzim.

Segundo a Rádio Gaúcha existem descontentamento nas bases pepistas com o nome de Heinze e todos lembram os ataques do deputado aos negros, gays, índios e tudo que não presta. Ademais, lembram o perigo da proximidade de Heinze com Bolsonoro.

Ainda segundo a emissora, Heinze ficou extremamente descontente e deverá voltar a recompor sua base para concorrer a deputado federal.

Ainda não conhecemos a posição pessoal do Deputado, pois por enquanto a notícia é da Rádio Gaúcha.

Ouça o Áudio:

O PP não deixa os seus desamparados

As informações são públicas e demonstram o quanto o deputado Heinze é bom para com os seus.

O ex-prefeito Júlio Ruivo saiu da Prefeitura e tomou posse como assessor do deputado Heinze. Entrou no gabinete de Heinze dia 31 de janeiro de 2017 e recebe por mês a importância de R$ 6.205,15.

Já o Otávio Pinto, filho do líder político Valdir Amaral Pinto, é lotado no gabinete do Deputado Heinze desde o dia 07/11/2014 e ganha por mês R$ 4.651,79.

O bom destes cargos é que ambos moram em Santiago, não batem ponto, é bem legal, meu sonho era ganhar um cargo destes e ficar dormindo em casa.

Antes que entrem com mais um processo contra mim, estas informações são públicas. O dinheiro que o prefeito(EX) ganha é público.

Perplexidade na comunidade jurídica nacional. Poder Judiciário do Brasil amplia a confusão

O juiz Moro condenou Lula por ele ter a posse real (anacronismo) do triplex da Lava Jato. A rigor, Moro diz que se convenceu ser o apartamento de Lula mesmo sem ele ser proprietário e não ter a posse. Sobre isso irão se debruçar os desembargadores do TRF 4.

Curiosamente, pateticamente, o país foi surpreendido com a decisão da também juíza Luciana Correa Torres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos do Distrito Federal, determinando a penhora do triplex, que, segundo entendimento da juíza, pertence a OAS.

Sou advogado e noto a perplexidade na comunidade jurídica nacional. Até mesmo os mais reacionários e direitista – temos vários grupos de debates – estão perplexos, confusos e sem uma justificativa plausível.

Como um juiz condena Lula por ser o dono do triplex e outra juíza manda penhorá-lo por ser o mesmo da empreiteira OAS?

Estava na hora de pararem com esta palhaçada; a cada momento fica mais evidente a farsa jurídica e o uso do poder judiciário para interferir nos rumos da política do país, pois Lula – com certeza – representa um projeto político popular e comprometidos com os setores pobres e oprimidos do país. Moro é a cara do PSDB tentando excluí-lo da eleição de outubro de 2018.

Duvido que exista um advogado, colega meu, que, nessas alturas, que não esteja confuso e atônito com tanto baderna patrocinada pelo poder judiciário do país.

Creio que ainda há tempo de suspenderem este julgamento, pois levarem adiante esta farsa é um retrocesso medieval.

Júlio Prates
Advogado, OAB-RS 87.557
Sociólogo e Jornalista

Beth Fleury, Pesquisadora da Fiocruz, uma das maiores intelectuais do país e agora colunista do nosso site

Beth Fleury integrou a equipe de Sérgio Arouca, é autora do Dicionário Feminino da Infâmia, dentre dezenas de livros, jornalista e socióloga formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, Mestre e Doutora em Sociologia e Pesquisadora da FIOCRUZ. Leia sua entrevista:

Qual a sua formação?
Mestre em Sociologia pela UFMG, especialista em Políticas Públicas com pós-graduação em Ciência Política também pela UFMG e graduação em Comunicação também pela UFMG, Mestrada, e Doutorada pela Universidade Federal de São Carlos.

Qual a área em que trabalha?
Pesquisa em Sociologia de Gênero e Violência.

Já atuou em outros setores, departamentos ou unidades?
Comecei no Rio em 1987, na Coordenadoria de Comunicação Social da Presidência com a gestão Arouca; cinco anos depois já estava criando e coordenando projetos sociais na região do entorno de Manguinhos, nas comunidades. Depois, outros projetos sociais em comunidades do centro, Copacabana e Santa Teresa. Quando retornei para Minas, fiquei um tempo colaborando com a UFMG e depois vim para o Centro de Pesquisas René Rachou.

Quais são os desafios de sua área de atuação?
Conjugar o final de minha titulação com as atividades que desenvolvo junto ao Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça da Fiocruz e as atividades finais do projeto “Dicionário Feminino da Infâmia – Acolhimento e Diagnóstico de Mulheres em Situação de Violência”, que deverá estar pronto pela Editora Fiocruz entre junho e julho e que prevê a realização de Seminários Pedagógicos para equipes técnicas que atendem mulheres em situação de violência em várias capitais brasileiras.

O que pode destacar de interessante na sua carreira na Fundação?
Bem, minha experiência tem um componente de mudança de área que considero importante. Venho do jornalismo da grande imprensa, onde estive por 13 anos em Minas, Rio e São Paulo. Depois disso foi que entrei para a área pública, que inicialmente não estava em meus planos. Portanto, viver os primeiros anos de experiência na Fiocruz foi um grande aprendizado sobre o que significa servir à sociedade nesse espaço de produção do conhecimento e de capacitação. Minha carreira se destaca pela liberdade de mudança e de experimentação. Sempre fui uma pessoa criativa e autônoma. E é nessa instituição que pude explorar ao máximo estas potencialidades e venho realizando um trabalho que, creio, tenta atender necessidades sociais.

O que espera para o futuro?
Gosto de tentar compreender o que a sociedade necessita nas áreas em que trabalho e tentar focar em alguns dos pontos que podem atender algumas destas necessidades. Foi pensando assim que realizamos o I Fórum “Violência Contra Mulheres – um tema de saúde pública”. Neste fórum, localizamos a demanda por mais capacitação e isso gerou o projeto do Dicionário Feminino da Infâmia. Estou agora sendo convidada para representar a Fiocruz, que terá assento junto ao Conselho Estadual da Mulher de Minas.  Vamos realizar os Seminários Pedagógicos também este ano. Temos outros planos em discussão com nossa diretoria, mas haverá a hora apropriada para divulgá-los.

O que é o Centro de Pesquisas René Rachou para você?
Bom, tem sido nesta fase que estou aqui que tenho conseguido realizar alguns sonhos importantes, como minha titulação acadêmica, a criação do Dicionário, a coordenação do Comitê Pró-Equidade. Só posso dizer que tenho aprendido a respeitar o trabalho primoroso realizado pelas equipes de pesquisa do René, e admirar todo o compromisso que vejo nos funcionários em geral para levar adiante a agenda desta instituição.