Deputado Pompeo de Mattos, da ala mais a esquerda do PDT, afirma ser favorável ao voto impresso e auditável

Sharing is caring!

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o voto impresso no Brasil. Ele mencionou o projeto sobre a determinação da impressão de cédulas de papel na votação e na apuração de eleições, plebiscitos e referendos, recebido pela Câmara dos Deputados recentemente.

Em entrevista hoje no Fatorama, o deputado Federal Darci Pompeo de Mattos, PDT, disse que é favorável ao voto impresso, desde que ocorram algumas mudanças na proposta inicial que está em discussão.

A ideia é que uma cédula seja impressa após a votação eletrônica, para que o eleitor possa conferir o voto antes que seja depositado, de forma automática e sem contato manual, numa urna trancada para auditoria.

O principal argumento daqueles que defendem a impressão de um comprovante do voto é a possibilidade de auditar a votação por meio de uma recontagem manual. Hoje, o STE já possui sistema de auditoria das urnas, mas feito de forma eletrônica.

Para os defensores do voto impresso, porém, o formato atual é passível de adulteração e fraudes, embora nunca tenha sido comprovada qualquer irregularidade desde que o País adotou a urna eletrônica, em 1996.

Pompeo está sugerindo ocorra o voto impresso mesmo com a utilização da urna eletrônica, e que antes da divulgação final do resultado das eleições, o juiz eleitoral de cada município faça o sorteio de 10% do total das urnas, com a contagem manual deste número de votos.

Ele entende que mesmo sendo somente 10% da apuração de forma manual, mas poderia evitar possíveis fraudes, já que os votos estariam computados nas urnas eletrônicas de também de forma impressa para todos os eleitores.

Comentar no Facebook