Reforma ministerial

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A Folha de São Paulo, edição de hoje, anuncia que o presidente Bolsonaro inicia o ano com uma grande reforma ministerial.

A matéria diz que a reforma começaria pela educação, casa civil e minas e energia.

A mudança da educação é certa, disso ninguém duvida. O ministro Abraham Weintraub, discípulo de Olavo de Carvalho, esvaziou o ME, é contestado fortemente dentro do próprio governo e sua permanência, após a volta das férias, não é mais segura.

Sem grandes controvérsias, o Ministro, Almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, não é objeto de grandes contestações. Existem intrigas locais, mas tenho lá minhas dúvidas. O mesmo raciocínio vale para o Ministro Ônix Lorenzoni, tem uma boa articulação com o Congresso Nacional, passou todas as reformas importantes, não há ruídos aparentes em sua relação com Bolsonaro. A rigor, não é uma pasta que apresenta problemas.

Porém, em se tratando de imprevisibilidade, tudo é possível.

De qualquer forma, a credibilidade da Folha já não é lá essas coisas. Pegaram um fato óbvio, presente na educação, e tentaram fritar os demais. Pode até ser que aconteçam as mudanças anunciadas. Mas, certeza, ninguém tem.

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