Polícia Federal intima santiaguenses a depor no Inquérito sobre as eleições de 2016

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Foto ilustrativa/O Globo

A nossa  Polícia Federal está agindo forte dentro de Santiago. Dando seguimento ao inquérito relativo as eleições de 2016, notificando testemunhas, periciando diálogos de whatsapp, enfim, fazendo a Verdade aparecer, para o orgulho de nossa cidadania.

Estranho é o silêncio, mas nem tanto.

Hoje a tarde me ligou uma testemunha, bastante assustada. Expliquei-lhe que não era nada grave. Só o que foi dito na frente da Dra. Juiza Eleitoral está gravado e filmado. E a Polícia Federal têm excelentes quadros, sabem tudo, desde como confirmar a veracidade de diálogos de whatsapps até comparar as falas num momento e outro. Quem mudar o discurso comete perjúrio, ou mentiu para a juíza ou está mentindo para a Polícia Federal. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

ENTENDA O CASO

Do inquérito aberto contra o dirigente partidário Ronaldo Shizzi, devido sua atuação no processo eleitoral de 2016, em favor de Thiago Lacerda, fruto de uma representação dos Advogados do PMDB, resultou uma multa de 5 mil reais e a condenação a 8 meses de cadeia a Ronaldo. Somente ele foi penalizado, e os demais envolvidos, nada aconteceu.

Recorri ao TRE e absolvi Ronaldo Schizzi por 4 votos a 3 no plenário do Tribunal.

A Procuradoria Regional Eleitoral pediu a instauração de um inquérito onde fossem ouvidas todas as partes envolvidas e não apenas Ronaldo Schizzi, que, agora, está absolvido.

Dentro do prazo legal, após a publicação do acórdão pelo TRE, entrei com Embargos de Declaração, pedindo que o atual prefeito de Santiago, Thiago Gorski, fosse julgado pela 4ª Câmara Criminal, antes passando pela Procuradoria dos Prefeitos, conforme solicitado pela Promotora Eleitoral local,  sendo que meus pedidos nos Embargos voltaram ao plenário do Tribunal e foram acolhidos por setes votos a zero. Os setes Desembargadores que compõem o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral votaram a favor do meu pedido. Nenhum contra.

O Delegado Dinarte, chefe da Polícia Federal de São Borja, comanda as investigações e pediu 90 dias para entregar o Inquérito concluso a 4ª Câmara Criminal do TJ-RS, conforme definido no julgamento dos embargos declaratórios.

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