Suzano, mortes em nome de Jesus

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Este bárbaro massacre de Suzano não é fruto do acaso. Têm raízes no ódio disseminado no país a partir do grupo de Bolsonaro e seus aliados, tem raízes na política de incentivo as pessoas a se armarem e também no incentivo a morte, com a banalização da vida.

Esta política de ódio, de incentivo à morte, quando fomentada pelas maiores lideranças da república, só pode resultar no que estamos assistindo.

Policiais chegam para matar. Os bandidos sabem que vão morrer, atiram para matar. É a violência ativa do Estado e a violência reativa das pessoas. O ódio está disseminado em todos os lares, em todas as faixas etárias e a alma do brasileiro está doente.  Ninguém desse grupo, a começar por Moro, certamente nem sabem nada sobre Hannah Arendt.

O sangue inocente de Suzano tem a mão dos evangélicos, que apoiaram e apoiam esta política de ódio, de violência, de matança e de armamentismo. Não venham se fazer de ingênuos. Tudo isso que Bolsonaro e sua família prega, excetuo o general Mourão, é absolutamente contra a mensagem de amor, paz e entendimento entre as pessoas pregada por Jesus Cristo.

Bolsonaro e estes pastores mamadores quiseram transferir a política de segurança do Estado para o cidadão. Incentivaram as pessoas a se armarem a se odiarem. Não existe nenhuma política para impedir o tráfico de armamentos, munições e a apreensão dos 117 fuzis, ontem, é reflexo do quanto está em alta o comércio de armas e munições.

Mais mortes vão acontecer, isso é só o começo.

Mas que, também, seja uma auto-crítica a todos defensores do ódio e das mortes fratricidas, em nome de Jesus.

(Salve os Testemunhas de Jeová, que são lúcidos, cristãos, defendem a paz e se colocam contra as guerras e o armamentismo).

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