Segundo um puxa-saco, lambe-lambe dele, que veio me atacar nas redes sociais, como todo tosco, ao invés de usar argumentos, preferiu atacar a minha pessoa.

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Decididamente, vivemos um totalitarismo de pensamento, onde o livre pensar e a livre manifestação de idéias não mais fluem com liberdade. Chegou uma era que onde dizer-se o que pensa, basta para gerar inimizades.

Eu votei no Bianchini nas duas eleições dele. Mais que votar, fiz um enorme esforço retórico para dar bom alvitre ao seu nome e sua história, a qual, pessoalmente, me orgulho muito.

Em nenhum momento ataquei a lisura, a honradez e a integridade do Bianchini. Só fui sincero. Disse que a atuação de sua assessoria foi pífia e que não concordo com o nome dele para candidato a prefeito. Não vejo perfil executivo no Bianchini, é altamente individualista, não sabe trabalhar em grupo e nem em equipe. Para atuar no legislativo é um excelente nome.

Segundo um puxa-saco, lambe-lambe dele, que veio me atacar nas redes sociais, como todo tosco, ao invés de usar argumentos, preferiu atacar a minha pessoa. Bastava usar argumentos contra argumentos e – afinal – o Bianchini é um ente público e elogiá-lo ou criticá-lo é um direito de cada um de nós.

Assim, é direito de cada um de nós escolher livremente quem serve para nos representar ou não. Segundo o lambe-lambe eu mais estrago que ajudo e por isso é bom se afastar de mim. É claro que ele representa e fala pelo Bianchini.

É reflexo da assessoria e apoiadores que o Bianchini reuniu. Uma lástima. Política se faz com liberdade e não tentando intimidar a imprensa, como o lambe-lambe fez com minha pessoa.

Uma pessoa inteligente, sem cérebro de minhoca, tentaria me provar que o Bianchini tem – sim – perfil executivo, que ele une as oposições, que ele sabe trabalhar em equipe, que ele sabe reunir potencialidades … pronto. Eu poderia até ser convencido. Ideias e argumentos se combatem com ideias e argumentos.

O que o lambe-lambe fez foi atacar a minha pessoa, o meu trabalho, o meu ganha pão, a minha dignidade pessoal e profissional. Espero que a sociedade agora me entenda.

Vou mais longe. A pessoa que tem a maior inimizade comigo em Santiago, o prefeito Tiago Lacerda, que é quem mais entrou com processos contra mim, ao longo de toda a minha vida, nunca chegou ao extremo de me acusar de não ter moral e caráter, como fez o defensor do Bianchini. Por outro lado, a despeito de eu ser uma pessoa pobre, filho de um guarda-noturno, nunca precisei de mandato de ninguém, mas de ninguém mesmo, para estudar, fiz duas faculdades, fiz pós-graduação e vivi sempre do fruto do meu trabalho, como vivo até hoje.

 

 

 

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