Reflexões sobre a sucessão municipal de 2020 em Santiago

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Bianchini declara, na edição de hoje, do excelente hebdomadário Expresso Ilustrado que será candidato a prefeito, em 2020, pelas oposições.

Em 2018, quando concorreu a deputado estadual, eu fiz a costura para que ele fosse aceito pela oposição. Dialoguei longamente com meu respeitável líder Guilherme Bonotto, com o Dr. Mauro Burmann e decidimos, em nome da grandeza, hipotecá-lo apoio, mais em função de suas virtudes do que dos seus erros, afinal na campanha de prefeito, em 2016, Bianchini não moveu uma palha para ajudar a oposição, passava tirando selfie com o Tiago Lacerda. Só eu sei o quando aquilo doía em Guilherme.

Bianchini fez um mandato individualista, nunca consultou ninguém, sempre agiu pela sua cabeça, sempre se achou acima do bem e do mal. Eu próprio alertei que suas posições confusas e ambíguas, ora com as corporações dos servidores públicos, ora com o governo Sartori, gerariam-lhe um descrédito sem precedentes. Mas ele não acreditou.

Agora, com relação a sucessão municipal de 2020, eu já avisei aos líderes que não podemos fechar com seu nome. Com meu veto explícito, Bianchini não será candidato, pelo menos das oposições. Ele pode tentar uma carreira solo. O nome das oposições nós vamos decidir juntos, o pessoal do Guilherme, do Dr. Mauro Burmann, com a turma do PMDB/PSDB e do PT, espero que o PT não sirva de ponte para a direita vencer novamente. Eu votei no Haddad nos dois turnos, represento o PT, mesmo que não com o apoio institucional, mas desejo que o PT caminhe conosco.

Mais: se o candidato for Thiago Lacerda, tenho certeza de uma ala silenciosa do PP, que já votou no Haddad, nos ajudará a consolidar a vitória da oposição em Santiago.

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