Vocabulário Jurídico, de Plácido e Silva e as reminiscências de um passado de lutas

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História não é para quem quer, é para quem fez.

Advocacia e Advogacia, ambas as expressões são corretas.

Um babaca que se meteu a me corrigir, de forma imprudente, sem me conhecer, afirmou que eu escrevia errado e que o certo era  advocacia.

Quanto a defesa que faço da extinção das defensorias públicas estaduais, é um direito meu. Mas estou com um farto material, só não divulgo agora por respeito à dignidade do poder judiciário, mas vou mostrar e provar a todos minhas razões. Não se apressem porque o debate sequer começou.

Por outro lado, eu não sou um advogado. Antes, eu sou um revolucionário. Posso andar recolhido, dando tempo ao tempo, tenho uma filhinha, mas proporcional ao desenvolvimento de Nina, será minha volta à política.

Um texto constitucional existe para ser mudado. Só alguém muito imbecil para imaginar que uma pessoa como eu fica preso ou adstrito a textos legais e constitucionais.

E mais: o maior erro da Unisinos foi voltar me provocar, 32 anos depois.  O único nome que esses padrecos jesuítas deveriam respeitar e evitar de tocar é o meu. Usaram uma revista do Instituto de filosofia para me atacar e o custo será caro, pois sequer editaram o contraditório e ampla defesa, usaram um esquerdista tosco para me atacar e o troco será na mesma altura. A Unisinos rompeu um acordo firmado comigo e o ataque contra mim, usando uma revista do Instituto, baixando o debate ao nível da torpeza, jamais vai ficar assim.

 

Tive a honra de ser defendido pelo conselheiro federal da OAB, coordenador jurídico da bancada do MDB na ditadura militar, grande e honroso comunista, saudoso Dr. Oliose.

 

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