O plano de carreira do magistério e a aposentadoria

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Uma das propostas de Paulo Guedes de cortar a gratificação de mestrado e doutorado na aposentadoria dos professores universitários é bastante complexa e tem um vício de origem. Dois professores locais me procuraram hoje.

Minha posição é que a matéria é discutível, porém, se relaciona com o regime dos servidores. Creio que os estatutários, por exemplo, dos professores estaduais do Rio Grande do Sul, é muito difícil de ser cortada, do contrário a gratificação por pós-graduação vai para o lixo e todo o plano de carreira do magistério gaúcho vai por terra abaixo. Pode ser o maior hecatombe na história do CEPERS e o maior golpe que os professores podem levar.

Já quanto aos professores das federais e dos IFETS, que estão em regime previdenciário de INSS, sem plano complementar, creio que é factível e leva ligeira semelhança com os adicionais de periculosidade, insalubridade e penosidade. No caso local, os médicos que aposentam perdem o adicional de EFS e também o adicional de periculosidade ou insalubridade. Tenho um caso concreto. O regime previdenciário privado joga todos para a vala do INSS e são todos atingidos pelo fator previdenciário.

Prevejo uma situação caótica.

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